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  • Ruas de Paris blocadas a sexta feira para rezar

    Algumas ruas do 18° bairro de Paris são encerradas a circulação e ate aos piões as sextas feiras para que os muçulmanos façam as suas rezas , virados para a Meca .

    Ninguém duvida que a Gota de Ouro seja um bairro à forte população muçulmana. Por maioria de razão, durante o período do Ramadão,ou quando se realiza que o Islão é a segunda religião na França.

    Centenas de franceses uns racistas outros com razão pelo incomodo que pode causar , habitar nesta zona e não poder entrar na sua própria casa na hora da oração , quando a republica Francesa se considera ateu sem religião , isto acontece porque os poderes públicos Franceses pouco ou nada fazem para que estas pessoas tenham um local para praticar a sua religião , como e o caso dos católicos e ate passou pela legalização da cientologia , que ainda a semana passada foi condenada a 600.000 € de multa por burla e não foi condenada a fechar as suas portas .

    A extrema direita já esta a recuperar estes vídeos para propaganda racista contra os muçulmanos , acho que o estado tem o dever de facilitar um local para as suas rezas afinal isso também faz parte das liberdades do homem .

  • Mob of God : Uma jovem Banda Portuguesa que toca musica de grande qualidade .

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    Tenho uma banda chamada Mob of God, influenciada por muitas das mesmas coisas que tu ouves, as nossas influências vão desde o Metal ao Fado honestamente. Assim gostaria de te convidar, para quando puderes, dares uma olhadela nas nossas coisas, se achares que pode valer a pena dar uma oportunidade a algo novo.

    Temos algumas gravações no nosso canal feitas durante ensaios e takes directos e, mais recentemente, entrámos em estúdio para gravar dois singles. Contudo esta não é uma mensagem comercial, actualmente não temos nada para vender, apenas estamos interessados honestamente nas opiniões de pessoas que ouvem música que nós consideramos excelente, música essa que nos influencia a criar a nossa própria música, como é o teu caso. Deixa algum feedback se puderes.


    Enviei-te um pedido de amizade, espero que não te importes. Se gostares da nossa cena, subscreve, para mantermos o contacto. Contudo nós não estamos a caçar subscrições e não nos interessam subscrições apenas pelo número, somente pela música.

    Envio-te um video de um dos tais singles que te falei anteriormente. É a versão final ainda em bruto, ou seja, ainda não masterizada, com algumas imagens tiradas durante o trabalho de estúdio desta música, ensaios, etc. Mais músicas completas e covers estão no canal. E outras experiências e/ou mesmo novas faixas com verdadeira qualidade de estúdio estão a caminho.

    Muito Obrigado pelo tempo e tudo de bom.

    Mob of God.

    ver os videos clic aqui

  • Rapariga desenvolve doença neurológica rara após vacina contra a gripe sazonal

    Desiree Jennings, de 25 anos, treinava para uma maratona e estava prestes a virar cheerleader profissional do time Washington Redskings, nos Estados Unidos, quando sua vida sofreu uma reviravolta. Dez dias após tomar uma vacina anti-gripal em 23 de agosto deste ano, a jovem começou a sofrer de uma condição neurológica raríssima, chamada de distonia.

    A distonia causa contrações musculares involuntárias e incontroláveis, e Jennings não consegue mais realizar atividades comuns, como falar ou andar. Curiosamente, a condição não afetou algumas atividades motoras da garota, que consegue andar para trás e correr normalmente. Quando corre, Jennings consegue conversar normalmente também, mas quando o seu ritmo diminui, as contrações voltam.

    É muito comum que pacientes que sofrem com distonia não saibam a causa da doença, mas os médicos que diagnosticaram a jovem acreditam que a vacina contra a gripe possa ter causado o problema. Mesmo assim eles afirmam que as pessoas não devem deixar de tomar a vacina, pois tais casos são muito raros e não há certeza da conexão entre a doença e a vacina.

    Dez dias após receber a vacina, Jennings ficou gripada e começou a sofrer com os primeiros sinais da distonia. "No começo eu não conseguia comer sem desmaiar", diz a garota. Agora, ela tem dificuldade para falar e para comer, além de ter um ritmo cardíaco mais alto que o normal para alguém da sua idade.

    Jennings reportou o seu problema para o órgão de administração de medicamentos dos Estados Unidos, o FDA, questionando se havia algo de errado com a sua vacina. O FDA, entretanto, afirma que a vacina não apresentava problemas e que não receberam outras reclamações com relação ao mesmo lote do medicamento.

    Embora a reação sofrida pela jovem seja extrema, médicos reafirmam que a vacina contra a gripe é segura, e que casos de distonia são raríssimos, e não se sabe se a causa realmente foi a vacina.

  • Napoles - Câmara filmou o assassinato Homem assassinado por membro de máfia

  • Amarante - GNR mata a tiro ladrão

    Cadastrado por homicídio, Joaquim Silva só estava há três semanas em liberdade. A GNR abordou-o ontem por suspeitar de que tivesse roubado um BMW em Vila Nova de Gaia, mas, armado de pistola 6,35 mm, primeiro fugiu e depois envolveu-se numa troca de tiros com os militares na localidade de São Gens, Amarante. Joaquim acabou por morrer já de noite no hospital, com uma bala no peito e outra no braço, tendo um militar sido atingido no ombro.

    Aos 47 anos, o suspeito deixou a cadeia e vivia em Figueiró. Pouco passava das 16h00 de ontem quando foi abordado por militares da GNR de Lixa, acompanhados do proprietário de um stand de automóveis onde Joaquim teria roubado o BMW. Depois da violenta discussão entre o dono do automóvel e o suspeito, Joaquim Silva fugiu e foi perseguido por um militar à civil.

    "O guarda foi a correr atrás do suspeito. Mas perdeu a visibilidade e, quando o homem reapareceu, já estava armado e disparou contra o militar", ferindo-o num ombro, adianta ao CM uma fonte oficial da GNR. Com a arma de serviço, Filipe Dias, militar de 26 anos, ripostou e atingiu o suspeito duas vezes: num braço e no peito. Logo, um outro militar prestou os primeiros-socorros ao suspeito, coberto de sangue – e ambas as vítimas foram transportadas para o Hospital de Penafiel pelos bombeiros de Lixa.

    Enquanto o militar Filipe Dias teve alta ao final da tarde, baleado de raspão num ombro, Joaquim Silva teve de ser submetido a uma intervenção. Não resistiu aos ferimentos e, pelas 21h30, acabou por morrer no bloco operatório.

    Ao que o CM apurou, Joaquim Silva acabara de cumprir sete anos de cadeia por homicídio qualificado. Natural da zona de Vila da Feira, saíra da cadeia há três semanas e vivia com a mulher e o filho de sete anos, em Figueiró, concelho de Amarante, a cerca de cinco quilómetros do local onde foi baleado.

    POPULARES ATRAPALHAM DILIGÊNCIAS

    Dezenas de pessoas da zona acorreram ontem ao local, no Alto da Lixa, mal ouviram falar no tiroteio. As autoridades tiveram mesmo de montar um alargado perímetro de segurança para os afastar. Alguns populares não gostaram de ter de ficar a ver à distância e a GNR ainda teve de advertir alguns curiosos. Em pouco mais de uma hora, quase todos tinham uma versão diferente dos factos e da identidade da vítima. "Ouvi uns tiros e vi pessoal a correr para perto do palheiro dos animais e, depois, só vi o polícia a sair com ferimentos no ombro", contou ao CM António Moreira, um comerciante que vende artesanato na zona. "Só vi dois homens aos murros e depois ouvi tiros", adiantou uma outra testemunha ao nosso jornal.

    JUDICIÁRIA FEZ RECONSTITUIÇÃO DO TIROTEIO

    A brigada da Polícia Judiciária que esteve ontem no local realizou a reconstituição dos factos, contada por um dos dois elementos da GNR envolvidos na abordagem ao suspeito. Recebeu ainda informações do dono do carro, que também estava no local na altura do tiroteio. A reconstituição demorou cerca de 30 minutos. A PJ e a GNR recolheram ainda a arma de serviço do militar e a pistola de calibre 6.35 mm do suspeito, bem como os invólucros das balas disparadas. As pessoas que estavam no café próximo pouco ou nada contribuíram para a reconstituição, devido às versões contraditórias que relataram.

    PORMENORES

    CADASTRADO

    Joaquim Silva tinha acabado de cumprir uma pena de prisão por homicídio qualificado. Ontem estava munido de uma pistola 6.35 mm ilegal.

    BLOCO OPERATÓRIO

    O suspeito acabou por morrer às 21h30 quando estava a ser operado no Hospital de Penafiel.

    DOIS CASOS EM TRÊS DIAS

    É o segundo caso em três dias. Na terça-feira a GNR de Barcelos abateu a tiro um traficante de droga que tentou atropelar um militar numa operação.

    IN - Correio da manha

  • "Menina sereia" norte-americana morre aos 10 anos

    Shiloh Pepin, que nasceu com uma doença rara chamada sirenomalia e era conhecida como a "menina sereia", morreu a semana passada, com 10 anos, num hospital do estado norte-americano do Maine, revelou terça-feira a família.

    A sirenomelia é uma malformação congénita causada por uma alteração do desenvolvimento vascular que afecta os membros inferiores, fazendo com que as pernas estejam fundidas, lembrando a cauda atribuída às míticas sereias.

    Desconhecem-se as causas desta malformação e, até agora, não foi provada qualquer origem hereditária ou base genética para a sirenomelia (que deve o seu nome a 'sirene', outra grafia para sereia), tendo Shiloh Pepin vivido mais anos do que os médicos esperavam.

    Matthew Hand, especialista do Hospital Pediátrico Barbara Bush, no Maine, que acompanhou Shiloh, revelara o ano passado que a menina "carecia de vários órgãos, incluindo útero, bexiga e intestino grosso".

    A "menina sereia" fez um primeiro transplante renal aos dois anos e, desde então, foi submetida a mais de 150 intervenções cirúrgicas e diálises renais.

    Shiloh Pepin foi uma das três pessoas que mais tempo sobreviveu com a doença, tendo vindo a falecer de pneumonia.

  • Palestras : "A deficiência na Vida de Pedro Dias"

    Caros Amigos ,

    Sou Pedro de Campos Vieira Dias, tenho 24 anos e resido em Azeitão, Sou licenciado em Gestão de Sistemas de Informação pela Escola Superior de Ciências Empresarias do Instituto Politécnico de Setúbal.
    Venho mais uma vez falar-vos do meu projecto: palestras A deficiência na Vida de Pedro Dias, o projecto foi completamente reestruturado, conta agora com muito mais conteúdos, convido-vos então a visitar a visitar o blog http://pedrocvdias.blogspot.com nele poderão encontrar a informação completa.

    Para o futuro encaro o desafio de profissionalizar este projecto pois é a forma que encontrei de continuar a fazer aquilo que mais realização e satisfação pessoal me dá e ao mesmo tempo regressar ao mercado de trabalho, faço-o pois sempre tive uma filosofia de vida optimista, onde sempre transformei ameaças em oportunidade, usando para isso, força, capacidade e empreendedorismo, é isso que mais uma vez me proponho fazer. Espero poder acrescentar valor ás entidades que entendam apoiar-me.

    Pelo supra exposto peço o favor de divulgarem este projecto por todos os vossos contactos. Bem haja pelo seu acolhimento, desta forma podemos criar um mundo muito melhor!

  • Tá chegando a hora da vacina Quem viver verá

     

  • Esta provado que a industria farmacêutica engana o mundo inteiro

    Quando os laboratórios financiam os peritos da gripe A
    A divulgação do financiamento de um grupo de peritos sobre a gripe A por laboratórios farmacêuticos põe a pergunta da sua influência nas decisões de saúde pública.

    Noventa e quatro milhões de doses de vacinas encomendadas pelas autoridades sanitárias Francesas por uma factura de : 871 milhões de euros. Sem contar as despesas adicionais que levam a ardósia mais de um mil milhões de euros. A França não olhou à despesa para fazer frente frente a gripe A.

    Um cesto de dinheiro  para os laboratórios farmacêuticos autorizados a fabricar a vacina, proposta aos Franceses a partir do 12 de novembro. Ontem, alguns deles publicaram as suas contas  , dopados pelas encomendas através do mundo. Estas firmas puderam gastar da sua influência junto do ministério da Saúde para incitar a compra de  vacinas em supranumerário? Algumas, em todo caso, contribuem para o financiamento de peritos chamados a aconselhar as autoridades sanitárias sobre a política vacinal.

    O caso do Grupo de avaliação e de informação sobre a gripe (Geig) ilustra as ligações às vezes perigosas entre as firmas farmacêuticas e os poderes públicos. Assim, o presidente do Comité científico do Geig, o professor Bruno Lina, aparece como um dos peritos oficiais do ministério da Saúde enquanto que o seu grupo é financiado à 100% pelos laboratórios produtores da vacina contra a gripe.

    “Os poderes públicos são infiltrados por representantes das firmas farmacêuticos, seria necessário que varrem na frente da sua porta! ” insurge-se o doutor Marco Girard, professor de Medicina autor “de Alertas grippales”, um livro que detalha o problema destes conflitos de interesses. Uma derivação já constatada aquando da campanha de vacinação contra o vírus da hepatite B em 1994, sob a pressão de laboratórios e da Organização mundial da saúde. Os poderes públicos, eles, defendem-se de tais métodos. O contrato para a vacina gripe A desenrolou-se em julho “de acordo com um estrito procedimento de chamada de ofertas”, recorda a Direção-Geral da saúde. Se o procedimento for classificado “segredo-defesa”, era unicamente “por razões de segurança evidentes, devido aos imperativos de saúde pública”.

    Artido do jornal Le Parisien

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    Os Múltiplos bonés de professor Lina

    É o exemplo - tipo das relações ambíguas que podem manter médicos, poderes públicos e laboratórios farmacêuticos. O Grupo de avaliação e de informação sobre a gripe (Geig), criado em 1979, apresenta-se como uma associação governada pela lei de 1901, dotado de um conselho científico de quinze membros que, como um bom número de outros grupos de influência, destilam as suas recomendações ao pequeno mundo da saúde.
    A ameaça pandemia de gripe A colocou estas últimas semanas o presidente do seu Comité científico, Bruno Lina, sob o fogo dos planos. Assim, 20 de Outubro, por ocasião do lançamento oficial da campanha de vacinação da gripe A ao ministério da Saúde, o professor Lina era convidado a exprimir-se, sentado à esquerda de Roselyne Bachelot. Repetiu nomeadamente que era “muito importante fazer-se vacinar” contra este vírus.

    Contrariamente que afirma sobre o seu sítio Internet, o Geig não é contudo que pode-se chamar uma associação independente. De acordo com as nossas informações, este grupo com efeito é financiado à 100% por cinco laboratórios farmacêuticos que produzem vacinas contra a gripe. O seu Director Geral não é outro que Bertrand Verwee, o diretor marketing de Sanofi-Pasteur-MSD, o departamento vacina do gigante farmacêutica francesa. “Certamente, financiamos o Geig, reconhecemos Bertrand Verwee. Sanofi-Pasteur-MSD toma à sua conta 50% do orçamento anual do Geig, que se cria à 400.000 €. O resto é regulado por quatro outros laboratórios igualmente produtores de vacinas contra a gripe: GSK, Novartis, Pedra Fabre e Solvay. ”

    “Não vejo onde é o problema”

    Portanto, o risco de conflito de interesses é manifesto quando o professor Lina exprime-se publicamente sobre a vacinação contra a gripe sazonal ou gripa-o A, porque multiplica os bonés. É ao mesmo tempo professor de Medicina o CHU de Lião e “perito junto do ministério da Saúde para o risco pandémico”, como afirma-o sobre a jaqueta do seu recente livro onde promete “a Verdade sobre a gripe A”. É ainda membro do Comité de luta contra a gripe, organismo oficial estado unido ao ministério da Saúde, e por último aconselhar Margaret Chan, a directriz da Organização mundial da saúde para o risco pandémico. “É verdadeiro que tenho diferentes bonés, mas assumo-o, defende-se Bruno Lina. Tenho colaborações, que não procuro esconder, com os laboratórios Balanço, Sanofi, GSK e BioMérieux. Não vejo onde é o problema. Sou pedida muito, porque publiquei trabalhos importantes sobre a gripe. Os encontros do Geig permitem-me trocar com os meus colegas, mas não sou remunerada por esta estrutura. ” E de golpear: “Quando dou um conselho ao ministro da Saúde em matéria de estratégia de vacinação contra pandemia, guardo qualquer minha independência. ”

    O gabinete de Roselyne Bachelot, solicitado ontem, mostra-se, ele, mais embaraçado. “Solicitamos este professor, porque é um dos melhores peritos sobre o assunto. Sabemos que é diretor científico do Geig. Mas não é a esse respeito que exprime-se aos lados do ministro. ” Quanto à pergunta do financiamento do Geig pelos laboratórios, dá lugar apenas a um silêncio enrascado.

    Le Parisien

  • Visita da cidade Coimbra no mês de Agosto 2009

    Coimbra é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Coimbra, principal cidade da região Centro de Portugal e situada na subregião do Baixo Mondego, com cerca de 101 069 habitantes.[1]

    Cidade historicamente de estudantes, conta actualmente com perto de 30 mil estudantes, grande parte dos mesmos de fora, somando-se ainda cerca de 40 a 45 mil entradas de população que reside em concelhos periféricos, resulta uma população flutuante de aproximadamente 220.000 pessoas.[carece de fontes?] É o centro da Área Metropolitana de Coimbra.

    Banhada pelo rio Mondego, Coimbra é sede de um município com 319,41 km² de área e 135 314 habitantes (2008), subdividido em 31 freguesias, 13 das quais urbanas ou maioritariamente urbanas.

    O município é limitado a norte pelo município de Mealhada, a leste por Penacova, Vila Nova de Poiares e Miranda do Corvo, a sul por Condeixa-a-Nova, a oeste por Montemor-o-Velho e a noroeste por Cantanhede.

    É considerada uma das mais importantes cidades portuguesas, devido a infraestruturas, organizações e empresas que detém e que servem toda a população, que a sua importância histórica e privilegiada posição geográfica na região centro, lhe possibilitou centralizar. Os Hospitais da Universidade de Coimbra, o Hospital dos Covões e a Universidade de Coimbra são três grandes exemplos.

    O feriado municipal ocorre a 4 de Julho, em memória da Rainha Santa Isabel, padroeira da cidade.

    Foi Capital Nacional da Cultura em 2003 e é uma das cidades mais antigas de Portugal, tendo sido capital do Reino, e apresenta como principal ex-libris a sua Universidade, a mais antiga de Portugal e dos países de língua portuguesa, e uma das mais antigas da Europa.

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    História

    Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: História de Coimbra

    Cidade de ruas estreitas, pátios, escadinhas e arcos medievais, Coimbra foi berço de nascimento de seis reis de Portugal, da Primeira Dinastia, assim como da primeira Universidade do País e uma das mais antigas da Europa.

    Os Romanos chamaram à cidade, que se erguia pela colina sobre o Rio Mondego, Aeminium. Mais tarde, com o aumento da sua importância passou a ser sede de Diocese, substituindo a cidade romana de Conímbriga, donde derivou o seu novo nome. Em 711 os mouros chegaram à Península Ibérica e a cidade passa a chamar-se Kulūmriyya, tornando-se num importante entreposto comercial entre o norte cristão e o sul árabe, com uma forte comunidade moçárabe. Em 871 torna-se Condado de Coimbra mas apenas em 1064 a cidade é definitivamente reconquistada por Fernando Magno de Leão.

    Coimbra renasce e torna-se a cidade mais importante abaixo do rio Douro, capital de um vasto condado governado pelo moçárabe Sesnando. Com o Condado Portucalense, o conde D. Henrique e a rainha D. Teresa fazem dela a sua residência, e viria a ser na segurança das suas muralhas que iria nascer o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, que faz dela a capital do condado, substituindo Guimarães (é aliás esta mudança da capital para os campos do Mondego que se virá a revelar vital para viabilizar a independência do novo país, a todos os níveis: económico, político e social). Qualidade que Coimbra conservará até 1255, quando a capital passa a ser Lisboa.

    No século XII, Coimbra apresentava já uma estrutura urbana, dividida entre a cidade alta, designada por Alta ou Almedina, onde viviam os aristocratas, os clérigos e, mais tarde, os estudantes, e a Baixa, do comércio, do artesanato e dos bairros ribeirinhos.

    Desde meados do século XVI que a história da cidade passa a girar em torno à história da Universidade de Coimbra, sendo apenas já no século XIX que a cidade se começa a expandir para além do seu casco muralhado, que chega mesmo a desaparecer com a reformas levadas a cabo pelo Marquês de Pombal.

    A primeira metade do século XIX traz tempos difíceis para Coimbra, com a ocupação da cidade pelas tropas de Junot e Massena, durante a invasão francesa e, posteriormente, a extinção das ordens religiosas. No entanto, na segunda metade de oitocentos, a cidade viria a recuperar o esplendor perdido – em 1856 surge o primeiro telégrafo eléctrico na cidade e a iluminação a gás, em 1864 é inaugurado o caminho-de-ferro e 11 anos depois nasce a ponte férrea sobre as águas do rio Mondego.

    Com a Universidade como referência inultrapassável, desta surgem movimentos estudantis, de cariz quer político, quer cultural, quer social. Muitos desses movimentos e entidades não resistiram ao passar dos anos, mas outros ainda hoje resistem com vigor ao passar dos anos. Da Univesidade surgiram e resistem ainda hoje em plena actividade primeiro o Orfeon Académico de Coimbra, em 1880, o mais antigo coro do país, a própria Associação Académica de Coimbra, em 1887, e a Tuna Académica da Universidade de Coimbra, em 1888. Com o passar dos anos, inúmeros outros organismos foram surgindo. Com presença em três séculos e um peso social e cultural imenso, o Orfeon Académico de Coimbra representou o país um pouco por todo o mundo, em todos os continentes, levando a música coral portuguesa e o Fado de Coimbra a todo o mundo.

    Alcaides de Coimbra e Presidentes da Câmara Municipal

    Após o 25 de Abril de 1974

    Educação

    Por bastantes vezes, Coimbra é chamada de "Cidade dos estudantes" ou "Lusa-Atenas", principalmente por ter uma das mais antigas e prestigiadas universidades da Europa – a Universidade de Coimbra (UC) é a herdeira do Estudo Geral solicitado ao Papa pelo Rei D. Dinis e por um conjunto de prelados portugueses em 1288, e que viria a obter confirmação pontifícia em 1290, tendo-se estabelecido inicialmente em Lisboa. Após uma itinerância atribulada entre Lisboa e Coimbra durante os séculos XIII e XIV, a universidade viria a estabelecer-se estavelmente em Coimbra em 1537, tendo o Rei D. João III cedido o próprio paço real para as instalações. Estas instalações foram adquiridas pela Universidade no reinado de Filipe I, sendo desde então conhecidas por Paço das Escolas. Nos dias correntes, a Universidade de Coimbra tem aproximadamente 21 000 alunos, contando com alguns dos mais selectivos e exigentes programas académicos do país, um elevado número de unidades de investigação acreditadas, e tendo cerca de 10% de alunos estrangeiros de 70 nacionalidades diferentes, sendo assim a mais internacional das universidades portuguesas.

    É também em Coimbra que existe a mais antiga e maior associação de estudantes do país – a Associação Académica de Coimbra fundada a 3 de Novembro de 1887. Esta organização representa todos os alunos da UC.

    Para além da bem conhecida Universidade de Coimbra com as suas 8 faculdades, existem muitas outras escolas e institutos de ensino superior públicos (como o Instituto Politécnico de Coimbra e a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra) e privados (Escola Universitária Vasco da Gama, Instituto Superior Miguel Torga, Instituto Superior Bissaya Barreto (ISBB), Escola Universitária das Artes de Coimbra), o que faz com que a cidade tenha um total de cerca de 35 000 estudantes do ensino superior.

    Para seguir estudos superiores, Coimbra foi durante séculos, escolhida por um largo número de jovens de todos os cantos de Portugal por ser a única universidade Portuguesa. Ainda hoje, apesar da existência de uma vasta rede de ensino superior por todo o Portugal, a cidade goza de algum desse estauto herdado do passado, a que não é alheia a diversificada oferta nos vários campos de educação, mas também a reconhecida qualidade e prestígio da maioria dos cursos da histórica e emblemática Universidade de Coimbra, assim bem como o seu famoso ambiente estudantil e a vasta tradição académica que lhe está associada.

    A cidade tem também um vasto número de escolas públicas e privadas de ensino básico e secundário, sendo algumas, das melhores no ranking nacional – Escola Secundária Infanta Dona Maria (a melhor do país em ensino público), Escola Secundária de Avelar Brotero (pública), Colégio de São Teotónio (ensino privado), Colégio Rainha Santa Isabel (uma das melhores a nível nacional no ensino privado), Escola Secundária José Falcão (pública), Escola Secundária de Dom Duarte (pública), Escola Secundária de Dom Dinis (pública) e a Escola Secundária da Quinta das Flores (pública).

    clima

    [Esconder]Médias de temperatura para Coimbra
    Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
    Máxima Recorde °C 22.9 26.2 30.5 35.6 38.0 42.3 45.8 43.7 40.9 36.7 30.4 24.4 45,8
    Média máxima °C 14.2 15.4 17.7 19.3 22.0 25.6 28.3 28.8 27.1 22.6 17.4 14.4 21,1
    Média mínima °C 5.9 6.7 7.3 8.6 10.7 13.6 15.2 15.0 14.3 12.1 8.6 6.6 10,4
    Mínima Recorde °C -3.8 -4.0 -2.2 0.4 3.3 5.6 6.7 8.9 4.3 1.7 -2.0 -3.0 -4,0
    Precipitação (mm) 137.8 140.3 88.5 90.4 78.6 51.4 13.6 12.9 47.7 96.4 128.9 129.9 1 012,9
    Fonte: Instituto Geofísico da Universidade de Coimbra (IGUC) (Climatologia de 1961-1990) [3]
    Concelhos do Distrito de Coimbra Mapa do distrito de Coimbra
    Arganil Cantanhede Coimbra Condeixa-a-Nova Figueira da Foz Góis Lousã Mira Miranda do Corvo
    Arganil Cantanhede Coimbra Condeixa-
    -a-Nova
    Figueira
    da Foz
    Góis Lousã Mira Miranda
    do Corvo
    Montemor-o-Velho Oliveira do Hospital Pampilhosa da Serra Penacova Penela Soure Tábua Vila Nova de Poiares
    Montemor-
    -o-Velho
    Oliveira do
    Hospital
    Pampilhosa
    da Serra
    Penacova Penela Soure Tábua Vila Nova
    de Poiares

    Freguesias do Concelho

    As freguesias de Coimbra são as seguintes:

    Monumentos

    Evolução demográfica

    População do concelho de Coimbra (1801 – 2008)
    1802 1849 1900 1930 1960 1981 1991 2001 2008
    46 343 32 517 54 105 76 494 106 404 138 930 139 052 146 317 135 314[2]
  • Repara automóveis em casa dos clientes com 'oficina ambulante'

    Mecânico desempregado abriu negócio de oficina ambulante. No 'auto-rodinhas' repara automóveis no distrito

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    Luís Pombo, um mecânico de 31 anos, residente na Guarda, deu a volta ao desemprego criando um serviço de assistência automóvel ao domicílio, que é único na região, e está a ser muito procurado por quem quer resolver avarias sem sair de casa. O projecto "auto-rodinhas" nasceu em Dezembro de 2008 "com um carro pequenino, mas o serviço começou a crescer" e hoje tem uma carrinha que transformou em "oficina ambulante", contou à agência Lusa.

    Desloca-se no "auto-rodinhas" por "todo o distrito da Guarda" e está disponível "24 sobre 24 horas, aos fins-de-semana e feriados". Adianta que faz "um pouco de tudo" - desde revisões gerais, mudanças de filtros a reparação de furos em pneu. Também leva os carros às inspecções periódicas. "Se for uma emergência, o cliente paga 15 euros, no máximo, pela deslocação. A mão-de-obra e os materiais utilizados na reparação são pagos à parte", esclarece, adiantando que muitas das solicitações chegam de pessoas que residem em aldeias "porque andam ocupadas com a vida do campo".

    João Parrulas já se tornou um cliente assíduo. "Se tiver o carro avariado por algum motivo, chamo logo o senhor Luís e passado meia hora ou uma hora ele está aqui [em casa]", contou à Lusa, garantindo que poupa com a opção.

  • EUA recusam vacina para gripe A usada na Europa

    vacina gripe a.jpgA vacina escolhida não é considerada segura por todos os organismos. Segundo o Infarmed, foi "estabelecida a relação benefício-risco e o benefício foi considerado superior ao risco" pela Agência Europeia do Medicamento

    A vacina que está a ser usada em Portugal contra a gripe A não foi aprovada pelos Estados Unidos por conter substâncias na sua composição que podem alegadamente causar danos à saúde dos que a tomam. Trata-se da Pandemrix, vacina aprovada pela Organização Mundial da Saúde e escolhida pela Agência Europeia do Medicamento para ser usada em todos os Estados membros. E em relação à qual o Infarmed garante terem sido feitos todos os testes de qualidade.

    No entanto, a Pandemrix está a provocar a recusa de muitas pessoas na Alemanha da sua utilização, dando como justificação o facto de os políticos e os funcionários públicos de topo serem preventivamente vacinados com uma outra. O presidente do Colégio Alemão dos Médicos de Família refere mesmo que os "potenciais riscos ultrapassam os benefícios" e, segundo Michael Kochen, este é um "teste em larga escala feito à população alemã" enquanto o Ministério da Saúde veio a público esclarecer que a Pandemrix não tem efeitos secundários mais graves que a vacina alternativa. Segundo o secretário de Estado da Saúde, Klaus Schroeder, foram encomendadas 50 milhões de doses de Pandemrix e não de outro preparado, porque pode ser produzida quatro vezes mais rapidamente do que a Cevalpan.  Refira-se que 22 Governos europeus já encomendaram 440 milhões de Pandemrix.

    Em Portugal, membros dos grupos prioritários recusaram a vacinação, designadamente políticos e a classe médica. Ontem, o presidente da Associação Portuguesa de Bioética, Rui Nunes, considerou que a recusa de médicos e de outros profissionais de saúde deve ser aceite com "prudência e bom-senso" porque acha esta reserva "natural" quando se trata de profissionais que "estão mais envolvidos no meio; sabem mais do ponto de vista técnico/científico o que se  passa e sabem que não há ainda resultados verdadeiramente sólidos que permitam determinar com clareza se a pessoa deve ser vacinada".

    Nos EUA, a Pandemrix não foi aprovada porque contém uma substância, o escaleno, que alegadamente provoca a alteração do sistema imunitário. Vários estudos ligaram os seus efeitos à síndrome da Guerra do Golfo porque terá sido utilizado como adjuvante na vacina do antrax (ler coluna ao lado). O que está em causa nesta vacina, segundo os seus detractores, são dois componentes que se encontram tanto na própria vacina como no adjuvante que lhe é adicionado para aumentar os efeitos.

    Apesar de a vacina da GlaxoSmithKline (GSK) estar em conformidade com as regras europeias da Organização Mundial de Saúde (OMS), ela contém, segundo a informação que esteve no site da farmacêutica até ontem a meio do dia, cinco microgramas de tiomersal - na vacina - e 10, 69 miligramas de escaleno - no adjuvante -, cujos efeitos secundários são polémicos e considerados insuficientemente testados nos seres humanos. Estes dois produtos são necessários para potenciar os efeitos da vacina de modo a que a já gigantesca produção do medicamento satisfaça a procura em menos tempo de produção. O escaleno reduz o tempo da cultura de vírus inactivos e o tiomersal permite utilizar o sistema da multidose.

    A preocupação da OMS perante os riscos das vacinas para a H1N1 é tão grande que responsabiliza as autoridades médicas nacionais para os alegados riscos e benefícios das vacinas disponíveis antes de as licenciarem, porque "quando vacinas pandémicas são administradas a tantos milhões de pessoas pode não ser possível identificar situações raras". Aconselha a monitorização intensa e comunicação imediata dessas situações e a troca a nível mundial desses dados.

    A GSK, contactada pelo DN, considera que no caso do escaleno "não existem estudos conclusivos que permitam estabelecer relação entre causa e efeito" e confirma que a substância permite "com menos fazer mais" porque é um "amplificador de sinal".  No caso do tiomersal, refere que "a pequena dose de mercúrio de 25 microgramas" não "induz malformações no sistema nervoso dos bebés nem ameaça o de-senvolvimento dos embriões" e que está muito abaixo do "limite aceitável para as grávidas de 60 kg, que é de 96 microgramas".

    O Infarmed - a Autoridade Nacional do Medicamento - confirma que as duas substâncias encontram-se na Pandemrix, mas que "as afirmações sobre o tiomersal e o escaleno não são, de facto, nem correctas nem verdadeiras". Esclareceu ao DN que a vacina foi aprovada por "procedimento centralizado" - pela Agência Europeia do Medicamento - e que ficou homologada para todos os Estados membros.

    O Infarmed informa, também, que "durante o processo de avaliação foram ponderados todos os aspectos relativos à qualidade, segurança e eficácia de um medicamento, sendo estabelecida uma relação benefício-risco. Na situação em apreço, o benefício foi considerado superior ao risco, razão pela qual a Agência Europeia emitiu uma posição favorável à autorização do medicamento".

    DN

  • Morreu o melhor site de informação em Espanha

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    Golpe duro para o info em linha.

    O síte de informação em linha soitu.es anuncia hoje o seu encerramento, após 22 meses de existência e duas recompensas como “melhor sítio de informação menos de 1 milhões de visitantes em língua não inglesa” concedida pelo Online news Associação. Nesta categoria concorria igualmente Rua 89 , que e a referencia da info independente em França .

    Esta distinção, em Setembro passado, relevou o respeito imposto pelo jornalismo inovador praticado pela equipa de Soitu.es. Eric Scherer, director da análise estratégica à AFP, falava então estes em termos:

    “Soitu.es é uma dos grandes sucessos de jornalismo rigoroso e independente de sítio recente que combinam news, serviços e comunidades. O todo servido por um magnífico desenho.”

    É necessário crer que todas as qualidades não foram suficientes para opôr-se muito à severa crise económica que abala a Espanha. Soitu.es reconhece com amargura não ter sabido de convencer o seu principal investidor, o banco BBVA, que uns novos meios de comunicação social tinham necessidade de paciência e de tempos num período de turbulências também forte.

    O sinal é extremamente forte e negativo sobre a viabilidade dos meios de comunicação social em linha, sobretudo vindo de um actor que jogava na mesma categoria que Rua 89.

    Esperem que somente o fato da crise económica espanhola.