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- Vila Real - Traz-os-Montes

  • Transportes Barquense - uma empresa duvidosa

    transportes,barquense,auto,carros,bus,ponte,da,barca,passageiros,ballancourt,91,tuga,magazine,acidente,pagamento,dinheiroNo passado mês de Janeiro 2012, encontrei o Júlio no café Pátria em Argenteuil, andava a distribuir publicidade em flyers e a colar afixes da sua empresa " Barquense "  nas vitrines dos cafés, já conhecia o Júlio a uns tempos das varias festas Portuguesas da região, fiz-lhe uma proposta para ele anunciar no Tuga Magazine, como expliquei aos outros clientes do Tuga, para entrar tem que ficar 12 meses.

    No fim de três meses pagaram 600 € ou seja 200 € por viramento para uma conta do credito agrícola em Portugal, nessa altura ficou combinado que era para continuar com a publicidade, passaram mais sete meses e telefonei a Florence que tem uma agência da Barquense em Ballancourt (91) esta senhora e a irmã do Júlio.

    Expliquei-lhe que tinham sete meses de pagamento em atraso, ela concordou e como eu devia de passar a Ponte da Barca no dia 11 de maio, ficou acertado que ia buscar os 1400 € aos escritórios desta empresa, deixei varias mensagens por email e sms a confirmar o dia a hora e o montante do dinheiro que tinham que pagar.

    Quando cheguei aos escritórios na Ponte da Barca, deram-me num envelope fechado a soma de 600 €, reclamei disse a frente de uma testemunha que me acompanhava, que faltava 800 €, ai responderam que quem dava as ordens era a Florencia e que nessa altura estava de ferias e nao lhe podiam telefonar, que depois dela chegar íamos ver como se acertar.

    Como não tinha levado dinheiro para os gastos de todos os dias, tive que andar a pedir dinheiro a terceiros, quando eu tinha escrito a Florencia que contava com esse dinheiro para essa altura, o tempo passou e ninguém deu sinal de vida, no dia 07 Junho telefonei a Florencia e ai qual não foi o meu espanto, quando ela me disse que eles só queriam 6 meses e que não pagavam mais, que isso, respondi que não admitia essa mentira e que tudo farei de forma legal para recuperar o nosso dinheiro.

    Declaro pela presente que eles não adem gozar com o nosso suor, são pessoas pouco serias que se encontram num sector de atividade que é o transporte de passageiros, que exige gente seria, que mantenha os seus equipamentos em dia, que tenham palavra, e uma vergonha que uma empresa venha gozar desta forma com os emigrantes.

    Espero que divulguem ao máximo esta nota, a partir de agora se necessitar deste tipo de empresa, escolha outra que tenha gente serias no comando, amigos Barquenses e da região, se gosta do Tuga Magazine, não de mais um tostão a ganhar a esta gente sem escrúpulos.

    Vamos editar uma fatura com os montantes que nos devem e vamos publica-la aqui, e vamos pedir reparação através dos tribunais competentes, telefonei a Florence e para os escritórios em Portugal para avisar que nunca aceitaria, ser burlado desta forma sem o fazer saber.

    Nos vamos criar uma rubrica, especialmente dedicada a este assunto e vamos vos manter informados da evolução deste processo, são 800 € mas o Tuga Magazine precisa desse dinheiro, porque se cada um decide o que paga e quando paga, será simplesmente a nossa morte.

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    Aqui esta o Email datado do 16 de fevereiro que o Julio enviou com a maquete, o preco, o posicionamento, junto as anedotas, em nenhum lado esta precisado, que e para seis meses, todos os clientes do Tuga sabem que so aceitamos contratos de 1 ano.

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    Aqui fica uma troca de correspondência datada do 11-04-2012, onde o Júlio pede para mudar de maquette, em nenhum lado esta escrito que quer parar com a publicidade.

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    Aqui esta outro email enviado a Florencia, este datado do 15-05-2012

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    Esta enviado ao Júlio a 11-06-2012

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    Esta enviada ao Júlio a 16-05-2013

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    Vamos procurar o resto da correspondência para publicar.

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  • Fotos da cidade de Braganca - 2008

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  • Solar dos Mateus - Um canto do paraíso em Vila Real

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  • Fotos e videos de Vila Real - Maio 2008

    -

    Vila Real - avril 2008
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  • Vila Real - Traz -os-Montes - Dados wikipedia


    Vila Real
    Brasão de Vila Real Bandeira de Vila Real
    Brasão Bandeira

    Igreja dos Clérigos/Capela Nova
    Localização de Vila Real
    Gentílico Vila-realense
    Área 377,08 km²
    População 49 957 hab. (2001)
    Densidade populacional 132,5 hab./km²
    N.º de freguesias 30
    Fundação do município
    (ou foral)
    7 de Dezembro de 1272 (?)

    4 de Janeiro de 1289

    Região Norte
    Sub-região Douro
    Distrito Vila Real
    Antiga província Trás-os-Montes
    e Alto Douro
    Orago Santo António
    Feriado municipal 13 de Junho
    Código postal 5000 Vila Real
    Endereço dos
    Paços do Concelho
    Avenida Carvalho Araújo
    5000-657 Vila Real
    Sítio oficial www.cm-vilareal.pt
    Endereço de
    correio electrónico
    geral@cm-vilareal.pt
    Municípios de Portugal

    Vila Real é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Vila Real, na Região Norte e sub-região do Douro, com com cerca de 25 000 habitantes

    É sede de um município com 377,08 km² de área e aproximadamente 50 000 habitantes (2006), subdividido em 30 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Ribeira de Pena e de Vila Pouca de Aguiar, a leste por Sabrosa, a sul pelo Peso da Régua, a sudoeste por Santa Marta de Penaguião, a oeste por Amarante e a noroeste por Mondim de Basto.

    Crescida na confluência dos rios Corgo e Cabril, a cidade está enquadrada numa bela paisagem natural (Escarpas do Corgo), tendo como pano de fundo as serras do Marão e Alvão. Ao longo de mais de setecentos anos de existência, Vila Real ganhou os contornos que tem hoje, uma cidade de belos monumentos, onde se destacam os templos e as casas nobres, com os seus brasões bem à vista, algo que levou a que, outrora, fosse conhecida como a Corte de Trás-os-Montes.

    População do concelho de Vila Real (1801 – 2006)
    1801 1849 1900 1930 1960 1981 1991 2001

    [1][2]

    2004 2006[3]
    37 041 25 329 35 976 37 951 47 773 47 020 46 300 49 957 50 049 50 423
    Nota: a área geográfica do concelho de Vila Real sofreu alterações ao longo do séc. XIX.
     

    [editar] História

    Praça do Município/Av. Carvalho Araújo.
    Praça do Município/Av. Carvalho Araújo.

    A região de Vila Real possui indícios de ter sido habitada desde o paleolítico. Vestígios de povoamentos posteriores, como o Santuário Rupestre de Panóias, revelam a presença romana. Porém com as invasões bárbaras e muçulmanas verifica-se um despovoamento gradual.

    Nos finais do século XI, em 1096, o conde D. Henrique atribui foral a Constantim de Panóias, como forma de promover o povoamento da região. Em 1272, como novo incentivo ao povoamento, atribuiu D. Afonso III foral para a fundação — sem sucesso — de uma Vila Real de Panoias, que alguns autores[4] defendem ter sido prevista para um local diferente do actual (provavelmente o lugar da Ponte na freguesia de Mouçós). Somente em 1289, por foral do rei D. Dinis, é fundada efectivamente a Vila Real de Panóias, que se tornará a cidade actual. No entanto, ao que parece[5], já em 1139 se chamava «Vila Rial» ao promontório onde nasceu a Vila Real actual, na altura pertencente à freguesia de Vila Marim.

    A localização privilegiada, no cruzamento das estradas Porto-Bragança e Viseu-Chaves, permite um crescimento sustentado. A presença, a partir do século XVII, da Casa dos Marqueses, faz com que muitos nobres da corte também se fixem. Facto comprovado pelas inúmeras pedras-de-armas com os títulos de nobreza dos seus proprietários que ainda hoje se vêem na cidade.

    Com o aumento da população, Vila Real adquiriu, já no século XX, o estatuto de capital de província. Em 1922 foi criada a diocese de Vila Real, por desanexação das de Braga, Lamego e Bragança-Miranda, e em 1925 foi elevada a cidade.

    Conheceu um grande incremento com a construção da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em 1986 (embora esse já viesse a acontecer desde 1979, com o Politécnico), que contribuiu para o aumento demográfico e revitalização da população.

    Nos últimos anos, foram criados em Vila Real vários equipamentos culturais, que trouxeram novo dinamismo à cidade, como o Teatro de Vila Real e o Conservatório de Música, e a transferência da Biblioteca Municipal e do Arquivo Municipal para edifícios específicos para esse fim. Foram também valorizadas várias áreas da cidade, como o antigo Bairro dos Ferreiros e a área envolvente do Rio Corgo.

    Actualmente, Vila Real vive uma fase de crescente desenvolvimento, a nível industrial, comercial e dos serviços, com relevo para a saúde, o ensino, o turismo, etc, apresentando-se como local de eleição para o investimento externo.

    Equipamentos, infraestruturas e instituições

    Culturais e educativos

    • Teatro Municipal de Vila Real
    • Conservatório Regional de Música
    • Biblioteca Municipal
    • Arquivo Municipal
    • Arquivo Distrital
    • Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

    Desportivos

    • Complexo Recreativo de Codessais
    • Complexo Desportivo do Monte da Forca
    • Campo do Calvário
    • Pavilhão Gimnodesportivo
    • Piscinas Municipais
    • Sport Clube Vila Real
    • Clube Automóvel de Vila Real [1]

    Forças de segurança e militares

    • Guarda Nacional Republicana
    • Polícia de Segurança Pública
    • Regimento de Infantaria Nº 13
    • Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde
    • Bombeiros Voluntários de Vila Real Salvação Publica Cruz Branca
    • Protecção Civil
    Centro Comercial Dolce Vita Douro.
    Centro Comercial Dolce Vita Douro.

    Medicina e saúde

    • Centro de Saúde de Vila Real nº1 e nº2
    • Centro Hospitalar de Vila Real / Peso da Régua (Hospital Central)

    Naturais

    • Jardim Botânico da UTAD
    • Parque Florestal
    • Parque do Corgo
    • Parque Natural do Alvão

    Outros

    • Centro Comercial Dolce Vita Douro

    Transportes

    Vias de Comunicação

    Vila Real é uma cidade estrategicamente colocada no interior Norte de Portugal, sendo servida por excelentes vias de comunicação que a ligam ao resto do País e a Espanha

    Nó Rodoviário A24-IP4
    Nó Rodoviário A24-IP4
    • A24 - Liga a Chaves (e daí à fronteira com a Galiza, Espanha), a norte, e a Viseu, a sul.
      • A7 - Ligação indirecta à região do Minho (Braga, Guimarães, etc.), a partir de Vila Pouca de Aguiar
    • IP4 - Liga ao Porto, a oeste, e a Bragança, a nordeste (e daí à fronteira com Espanha).
      • A4 - De Amarante para oeste o IP4 tem estatuto de auto-estrada.
      • Prevista a conversão em auto-estrada (A4) do restante percurso do IP4 (Amarante-Vila Real-Bragança).
    • Outras estradas nacionais importantes, nomeadamente a EN2 (que perdeu importância nas deslocações a média/longa distância após a conclusão da A24).

    Aéreos

    A cerca de 4km da cidade o Aeródromo Municipal de Vila Real possui 950x30m com pista em asfalto. Tem ligações aéreas diárias para Lisboa e Bragança.[2]

    Ferroviários

    Passa na cidade a linha do Corgo, extinto o percurso Vila Real-Chaves desde 1991, mantem-se activa a linha Vila Real-Régua, esta troço também tem fins turisticos.

    Autocarros urbanos

    A Corgobus é a empresa que explora a rede de transportes urbanos da cidade de Vila Real.

    Iniciou a actividade em Novembro de 2004, com 4 linhas (L1-4) a funcionarem em regime diurno nos dias úteis e aos sábados de manhã, abrangendo quase totalmente a zona urbana da cidade e algumas zonas suburbanas (Zona Industrial de Constantim, Hospital / Lordelo, Parada de Cunhos). A rede foi desde o início sendo sujeita a pequenos ajustes, o mais significativo dos quais foi a criação de um pequeno ramal (L5), de horário muito restrito.

    Em Fevereiro de 2008 a rede e o horário de funcionamento foram alargados: todas as linhas (com excepção do ramal L5) passaram a funcionar também ao sábado à tarde, com uma variante da linha 1 a operar aos domingos e feriados, surgindo ainda uma linha circular de serviço nocturno (LN) até à meia-noite.

    Património e Turismo

    Edifícios


    Património histórico edificado:

    • Capela da Misericórdia
    • Capela de São Brás e o túmulo de Teixeira de Macedo
    • Capela do Espírito Santo ou Capela do Bom Jesus do Hospital
    • Casa de Diogo Cão, construída na segunda metade do século XV e onde, supostamente, nasceu o navegador, Diogo Cão, que descobriu a foz do rio Zaire
    • Casa de Carvalho Araújo, (onde este viveu durante a sua infância) importante marinheiro que se destacou na sua profissão por ter impedido que o barco que comandava fosse afundado por um submarino alemão
    • Casa dos Brocas, construída pelo avô de Camilo Castelo Branco e onde este residiu durante algum tempo
    • Casa dos Marqueses de Vila Real, com uma bela janela em estilo manuelino, onde estes residiram até caírem em desgraça devido ao seu envolvimento na conjura contra D. João IV, em 1641
    • Igreja de São Domingos/Sé de Vila Real
    • Igreja de São Pedro
    • Igreja de Bom Jesus do Calvário
    • Igreja dos Clérigos/Capela Nova, de traço barroco, cuja autoria é atribuída a Nicolau Nasoni
    • Pelourinho de Vila Real
    • Solar de Mateus, este já na freguesia com o mesmo nome, cujo o autor é Nicolau Nasoni
    • Torre de Quintela, localizada na freguesia de Vila Marim
    • Vários solares brasonados que existem na parte mais antiga da cidade

    Museus

    • Museu de Arqueologia e Numismática de Vila Real, que possui uma grande colecção de moedas romanas, gregas, visigóticas...
    • Museu de Geologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
    • Museu Etnográfico de Vila Real
    • Museu do Som e Imagem
    • Museu da Vila Velha

    Percursos

    Na cidade, vários percursos de interesse são a Vila Velha, parte mais antiga da cidade, onde se podem ver as escarpas escavadas pelos rios; toda a parte da cidade que se expandiu para fora dos muros antigos; a Avenida Carvalho Araújo e a Rua Direita. O percurso ao longo do Rio Corgo é também interessante de ser feito. O percurso em comboio histórico na linha do Corgo, entre Peso da Régua e Vila Real, desenvolvendo-se na margem esquerda do rio Corgo, onde se localiza um grande número de quintas de vinho do Porto e seus vinhedos.

    Artesanato

    Barro preto - Bisalhães
    Barro preto - Bisalhães
    Barro preto - Artesão - Bisalhães
    Barro preto - Artesão - Bisalhães

    Típico de Vila Real, o barro preto de Bisalhães é um dos seus principais produtos de artesanato, destacando-se de entre as várias a chamada “Bilha dos Segredos”; também se destaca o linho de Agarez e a tecelagem.

    Gastronomia

    A gastronomia vilarealense é rica em doces conventuais, como os ”Toucinho do Céu”, os “Pitos de Santa Luzia”, as “Ganchas de S. Brás”. Estes dois últimos têm uma tradição: no dia 13 de Dezembro, as raparigas compram pitos para oferecer aos rapazes, e dia 3 de Fevereiro, dia de S. Brás, os rapazes retribuem, oferecendo a gancha. Como pratos típicos, servem-se em Vila Real, tripas aos molhos, cabrito assado com arroz de forno, vitela assada (Maronesa), joelho da porca e diversos pratos de bacalhau, etc. Tradicionais são também as bolas de carne e os covilhetes.

    Locais de interesse arqueológico

    • Mamoas de Justes, sepulturas megalíticas
    • Mão do Homem, um altar rupestre, presente em Adoufe
    • Necrópole de S. Miguel da Pena, um santuário proto-histórico, na serra do Alvão, na aldeia da Pena
    • Santuário de Panóias, um santuário rupestre da época romana, único na Península Ibérica, localizado em Vale de Nogueiras

    Natureza

    Devido à sua situação geográfica, há vários locais a visitar: as Serras do Marão e do Alvão (Parque Natural do Alvão), sendo que na primeira vale a pena observar a vista do alto desta, e na segunda, as aldeias de Vila Marim e Lamas de Olo, perto da qual se encontra a barragem com o mesmo nome.

    Tradições e Festividades

    • São Brás, dias 2 e 3 de Fevereiro
    • São Lázaro, no Domingo anterior ao Domingo de Ramos
    • Semana Académica, em Maio
    • Santo António, padroeiro da cidade, dia 13 de Junho (feriado municipal)
    • São João,dia 24 de Junho, com arraiais por toda a cidade
    • São Pedro, dias 28 e 29 de Junho, em que se realizam a tradicional Feira dos Pucarinhos, onde se vendem objectos de barro preto
    • Procissão do Corpo de Deus, em Junho
    • Nossa Senhora de Almodena, dia 8 de Setembro
    • Nossa Senhora da Pena, no segundo fim de semana de Setembro
    • Santa Luzia, dia 13 de Dezembro
    • Semana do Caloiro, em Outubro ou Novembro
    • Semana Académica, no fim de Abril

    Circuito Internacional de Vila Real

    Corridas de 1971.
    Corridas de 1971.

    Vila Real é uma das cidade portuguesas com mais tradições no Desporto Automóvel, realizando corridas urbanas desde 1931 até 1991, com alguns interregnos, tendo atingido os seus pontos mais altos nas décadas de 60 e 70, com inúmeras corridas internacionais de grande prestígio, nas quais participaram alguns dos mais importantes pilotos estrangeiros, que vieram a obter os melhores lugares em diversos Campeonatos Mundiais.

    As chamadas “Corridas de Vila Real”, constituíram durante muitos anos o mais importante cartaz turístico de Vila Real, sendo sem dúvida a marca distintiva desta Cidade no panorama Nacional e Internacional.

    Este circuito nasceu em 1931, após alguns anos de preparação, pela vontade de um grupo de

    Novo Circuito 2007.
    Novo Circuito 2007.

    entusiastas locais liderados por Aureliano Barrigas, aproveitando as características de algumas estradas que ligavam o centro de Vila Real às imediações do famoso Palácio de Mateus, estabelecendo assim um primeiro circuito com 7.150 m, que com algumas ligeiríssimas alterações e algumas interrupções, nomeadamente durante a 2ª guerra mundial e na crise petrolífera de meados dos anos 70, manteve-se até 1991.

    Em Julho de 1991 o piloto Pedro Carvalho despistou-se na chamada "curva da Ford", na zona da Araucária, provocando quatro mortos entre a assistência e ferimentos graves em diversos espectadores. Este acidente originou a suspensão das provas automobilísticas.

    Em 2007 as provas foram retomadas nos dias 5 a 7 de Outubro, num novo traçado que não incluiu a zona onde ocorreu o acidente.

    Em 2008 realizam-se em 21 e 22 de Junho.

    Educação

    Ao nível de Ensino Superior, Vila Real possui uma Universidade (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro) e uma Escola Superior de Enfermagem. [3]

    Ao nível do Ensino Secundário, existem três escolas: Escola Secundária Camilo Castelo Branco (ex-Liceu), Escola Secundária de São Pedro (ex-Escola Industrial e Comercial) e Escola Secundária Morgado de Mateus.

    Ao nível do Segundo e Terceiro Ciclos do Ensino Básico existem duas escolas: Escola EB2/3 Diogo Cão (ex-Ciclo Preparatório) e Escola EB2/3 Monsenhor Jerónimo do Amaral.

    Clima

    Devido à sua situação geográfica (as Serras do Marão e Alvão actuam como barreiras naturais), Vila Real tem um clima de extremos: tem um Inverno bastante prolongado, sendo o frio constante, chegando as temperaturas frequentemente abaixo dos 0°C; é comum nevar pelo menos uma vez por ano. O Verão é bastante quente. Os dias intermédios são raros, sendo as diferenças de temperatura bastante bruscas. Estas características deram origem ao provérbio “Nove meses de Inverno, três meses de inferno”.

    Mês e ano[6] Jan 2006 Fev 2006 Mar 2006 Abr 2006 Mai 2006 Jun 2006 Jul 2006 Ago 2006 Set 2006 Out 2006 Nov 2006 Dez 2006 Ano
    Temperatura Máxima (°C) 11,3 17,7 22,7 27,6 33,6 32,8 36,8 35,2 34,7 37,5 26,4 19,7 14,2
    Temperatura Mínima (°C) -3,2 -2,1 -1,6 2,2 3,9 7,6 9,7 11,2 10,7 7,1 7,1 2,7 -1,1
    Chuvas (mm) 26,6 115,5 173,2 62.4 6,6 77,9 16 0 34 99 199,1 221,2 124,2

    Freguesias

    Freguesias do concelho de Vila Real
    Freguesias do concelho de Vila Real

    O concelho de Vila Real é composto por 30 freguesias, 3 das quais consideradas urbanas:


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