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  • Clarisse de Oliveira - Bodo Pombal 2007

    Este no bodo em Pombal a Cardal tinha estudios no Cardal
    A radio Cardal este ano deu voz ao povo e foi para a rua falar em directo com todos. - Excelente iniciativa e espero voltar a encontralos mais vezes na rua
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  • Tavira - Ria formoza

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    Brasão de Tavira
    Bandeira de Tavira

     

     


    Ponte romana de Tavira sobre o rio Gilão

     
     
     
    Localização de Tavira

     

     

    Gentílico Tavirense Área 607,17 km² População 24 997 hab. (2001) Densidade populacional hab./km² Número de freguesias 9 Fundação do município

    (ou foral) 1266 Região Algarve Sub-região Algarve Distrito Faro Antiga província Algarve Orago Santa Maria Feriado municipal 24 de Junho Endereço dos
    Paços do Concelho
    CM Tavira Sítio oficial Endereço de
    correio electrónico
    Municípios de Portugal

  • Quero descobrir as festas de nossa senhora da agonia

    Procuro hotel ou pensão para três ou quatro noites na cidade de Viana do Castelo a partir do dia 17/08/2007 para 4 pessoas dois adultos e duas crianças , perto do recinto das festas - Se alguém conhecer algo deixa aqui um comentário - Obrigado

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  • Adorei este artigo entao assaltei este excelent blog

    Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007
    Alista-te Já! (Cortesia de Curvelo Sardoeira)

    Cidadão, queres curtir um potente cabriolet?

    Queres pisar traços contínuos nas curvas sem ser incomodado?

    Queres andar de carro sem cinto de segurança?

    Então... Junta-te a nós! ALISTA-TE JÁ!

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    Imagens e texto deste Blog - Paulo Pinto

  • Empresário em greve de fome por causa de entulho em terreno

    Um empresário da construção civil, emigrante em França, está há oito dias em greve de fome junto ao Tribunal de Cantanhede por considerar que está a ser vítima de “corrupção, tráfico de influências, violação dos direitos de propriedade e de liberdade de expressão”.

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    Fernando Lopes, de 39 anos, está em protesto há oito dias

    Fernando Lopes, de 39 anos, entrou em conflito com um vizinho e com a Câmara Municipal de Cantanhede por causa da colocação de entulho num terreno e de um marco delimitador da propriedade.

    O diferendo arrasta-se há três anos e motivou várias queixas em tribunal, contra a autarquia e alguns militares da GNR, que acabaram por ser arquivadas.

    Agora, além de entrar em greve de fome pela segunda vez, o empresário contratou o advogado José Maria Martins para o defender. E avançou com duas novas queixas.

    Uma para o Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, acusando dois militares da GNR de “falta de imparcialidade”. Para reparar os danos morais, exige-lhes uma indemnização de 50 mil euros, a serem pagos solidariamente pelo Estado. A outra queixa seguiu para o Parlamento Europeu e tece duras críticas ao sistema judicial. Fernando Lopes pede “a constituição de uma Comissão Parlamentar Eventual para investigar a administração da Justiça em Portugal”.

    Informacao : Correio da manha

  • RE: DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA (XVIII - O Rescaldo)

     

     

    -----Message d'origine-----
    De : LUSIADAS [mailto:cardigos@cardigos.biz]
    Envoyé : lundi 23 juillet 2007 15:45
    À : Undisclosed-Recipient:;
    Objet : DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA (XVIII - O Rescaldo)

     

    DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA

    A trilogia dos nacionalist

    Parte XVIII - O Rescaldo

     

    Terminada que está a série de artigos a que chamei “Deus, Pátria, Família – A trilogia dos nacionalistas”, algumas coisas ressaltam de toda a história, independentemente da leitura que cada um fizer: como foi possível que um homem tivesse dominado o país inteiro durante tantos anos; como foi possível que, mesmo depois do acidente da cadeira, que lhe diminuiu as faculdades mentais, gente importante do governo continuava a despachar com ele na cama do hospital, fingindo que ele ainda era o Presidente do Conselho; como é possível que as suas ideias e a sua vontade despótica tivessem conseguido sobreviver num mundo em completa transformação. É inacreditável, mas foi possível e, o seu carisma era tão forte que hoje, pessoas de vários extractos sociais, de culturas diferentes, ainda se revêem nas suas proposições políticas.

     

    Na sua ascensão ao poder, Salazar terá sido influenciado pela doutrina integralista, inspirada na Doutrina Social da Igreja Católica, que apareceu nos inícios do século XX. Para o Integralismo ou, como alguns lhe chamam, o Nacionalismo Integral, a sociedade só pode ter ordem e paz através de uma hierarquia social, opondo-se às doutrinas igualitárias como o socialismo e o comunismo. Fundamentalmente católico, o Integralismo defende a protecção dos valores nacionais, como o passado histórico, tradição, cultura, costumes e religião. Portanto, nesta perspectiva, Deus, Pátria e Família, fazem todo o sentido.

     

    O Integralismo defende que cada nação necessita de um sistema político adequado à sua história, cultura, religião, pensamento e tradição. Dá prioridade à preservação da cultura local, da tradição, dos costumes e ao desenvolvimento das zonas rurais, como forma de vencer o cosmopolitismo e o monoculturalismo.

     

    Apesar de influenciado pelas ideias integralistas, Salazar, a partir de determinada altura, afastou-se delas ou deu-lhes uma forma mais adequada ao seu pensamento político, o que fez com que os integralistas portugueses se tivessem afastado dele, indo engrossar a oposição, ineficaz mas sempre presente, ao regime do Estado Novo.

     

    As ideias integralistas, assim como outras doutrinas de direita, apareceram no início do século XX e empolgaram a juventude, levando vários Estados a adoptarem um tipo de política de inspiração católica, como reacção à revolução bolchevista na Rússia. No entanto, com o passar do tempo, a política desses Estados evoluiu para outras formas mais humanitárias e de respeito pelas liberdades essenciais, principalmente depois do término da 2ª Grande Guerra. Em Portugal isso não aconteceu devido à teimosia intransigente de Salazar, à sua recusa à inovação e à possibilidade de poder entregar o poder a outras forças, talvez catapultando o país para um desenvolvimento semelhante ao de outros países europeus. Essa possibilidade foi negada ao país, atrasando-o irremediavelmente, com tremendas consequências humanas e materiais, como as três frentes de guerra em África e a revolução libertadora do 25 de Abril, que se transformou durante alguns anos numa autêntica romaria das forças festivas da extrema esquerda e quase dando oportunidade ao Partido Comunista de implantar o seu sistema. As feridas antigas não sararam, mesmo ao fim de mais de 30 anos, e o país encontra-se de novo numa encruzilhada difícil em termos económicos e sociais, onde já se clama por um novo ditador que venha por tudo em ordem novamente.

     

    Para tentarmos entender melhor a figura que foi Salazar, talvez só recorrendo à psicologia e às estruturas da personalidade estabelecidas por Carl Gustav Jung, cuja escola se afastou das ideias de Freud. Para Jung o “Processo de Individuação”, um fenómeno que ocorre com todos nós, de forma consciente ou, normalmente, inconsciente, está sujeito a influências diversas, principalmente da Anima e do Animus ou seja, da mulher que existe no interior de todos os homens e do homem que habita o interior de todas as mulheres. Diz ele que, ao lidarmos com a Anima ou o Animus, uma tremenda energia é libertada. Essa energia pode canalizar-se para o fortalecimento do Ego, ao invés do Self. Esta situação pode originar o desenvolvimento da “Personalidade-Mana” (mana significa energia ou poder que emana das pessoas, objectos ou seres sobrenaturais, e que tem uma qualidade oculta ou mágica). Quando isto acontece, o Ego identifica-se com o Arquétipo do homem sábio ou mulher sábia, aquele ou aquela que sabem tudo. Isto faz com que tomemos um caminho irreal, imaginando-nos seres perfeitos, santos, ou mesmo divinos. Na verdade, não somos tal, pois perdemos o contacto com a nossa humanidade essencial e com o facto de que ninguém é completamente sábio, infalível e sem defeitos. Isto faz com que pessoas nesta situação sintam um profundo desdém pelos outros seres humanos, que consideram inferiores, e demonstrem um apego inusitado a determinados valores que elegeram como ideais para a sociedade. Talvez esteja aqui a explicação do mito de Salazar.

     

    Quero ainda frisar que este trabalho não é um trabalho histórico, é apenas uma ficção, um diálogo imaginado entre Salazar e uma entidade a que chamei anjo, que poderia ser a própria consciência de Salazar ou, o pensamento de Salazar nos últimos dois dias que precederam o acidente da cadeira. No entanto, a História passou por aqui, foram referidos muitos acontecimentos, não todos evidentemente, mas todos verdadeiros, que sucederam durante o longo consulado do ditador.

     

    Por último, os meus sinceros agradecimentos a todos os participantes do Portugalclub que resolveram fazer os seus comentários acerca deste trabalho. Refiro especialmente JVerdasca, Manuel Abrantes, Lita Moniz, José Pires, João Augusto Graça e Renato Nunes, da Carolina do Sul, e peço desculpa se por acaso me esqueci de alguém. Os meus agradecimentos também a Casimiro Rodrigues, que publicou todos os capítulos sem a menor interrupção. A todos, à antiga portuguesa, Bem Hajam!   Manuel o. Pina

  • RE: «Teremos ainda Portugal?»

        «Teremos ainda Portugal?»   de D. António Marcelino, Bispo Emérito de Aveiro "O título tem um tom provocatório, mas eu vou justificar. Não digo que esteja para breve o nosso fim de país independente e livre. Mas, pelo andar da carruagem, traduzido em factos e sintomas, a doença é grave e pode levar a uma morte evitável. Aliás, já por aí não falta gente a lamentar a restauração de 1640 e a dizer que é um erro teimarmos numa península ibérica dividida. De igual modo, falar-se de identidade nacional e de valores tradicionais faz rir intelectuais da última hora e políticos de ocasião. O espaço nacional parece tornar-se mais lugar de interesses, que de ideais e compromissos.
    Há notícias publicadas a que devemos prestar atenção. Por exemplo: um terço das empresas portuguesas já é pertença de estrangeiros; 60% dos casais do país têm apenas um filho; vão fechar mais cerca de mil escolas ou de mil e trezentas, como dizem outras fontes; nas provas de língua portuguesa dos alunos do básico, os erros de ortografia não contam; o ensino da história pouco interessa, porque o importante é olhar para a frente e não perder tempo com o passado; a natalidade continua a descer e, por este andar, depressa baterá no fundo; não há nem apoios nem estímulos do Estado para quem quer gerar novas vidas, mas não faltam para quem quiser matar vidas já geradas; a família consistente está de passagem e filhos e pais idosos já não são preocupação a ter em conta, porque mais interessa o sucesso profissional; normas e critérios para fazer novas leis têm de vir da Europa caduca, porque dela vem a luz; a emigração continua, porque a vida cá dentro para quem trabalha é cada vez mais difícil; os que estão fora negam-se a mandar divisas, por não acreditarem na segurança das mesmas; os investigadores mais jovens e de mérito reconhecido saem do país e não reentram, porque não vêem futuro aqui; a classe média vai desaparecer, dizem os técnicos da economia e da sociologia, uma vez que o inevitável é haver só ricos cada vez mais ricos e pobres cada vez mais pobres; os políticos ocupam-se e divertem-se com coisas de somenos; e já se diz, à boca cheia, que o tempo dos partidos passou, porque, devido às suas contradições, ninguém os toma a sério; a participação cívica do povo é cada vez mais reduzida e mais se manifesta em formas de protesto, porque os seus procuradores oficiais se arvoram, com frequência, em seus donos e donos do país e fazedores de verdades dúbias; programa-se um açaime dourado para os meios de comunicação social; isolam-se as pessoas corajosas e livres, entra-se numa linguagem duvidosa, surgem mais clubes de influência, antecipam-se medidas de satisfação e de benefício pessoal…
    Não é assim, porventura, que se acelera a morte do país, quer por asfixia consciente, quer por limitação de horizontes de vida?É verdade que muitos destes problemas e de outros existentes podem dispor de várias leituras a cruzar-se na sua apreciação e solução. Mais uma razão para não serem lidos e equacionados apenas por alguns iluminados, mas que se sujeitem ao diálogo das razões e dos sentimentos, porque tudo isto conta na sua apreciação e procura de resposta.
    Há muitos cidadãos normais, famílias normais, jovens normais. Muita gente viva e não contaminada por este ambiente pouco favorável à esperança. Mas terão todos ainda força para resistir e contrariar um processo doentio, de que não se vê remédio nem controle? Preocupa-me ver gente válida, mas desiludida, a cruzar os braços; povo simples a fechar a boca, quando se lhe dá por favor o que lhe pertence por justiça; jovens à deriva e alienados por interesses e emoções de momento, que lhes cortam as asas de um futuro desejável; o anedótico dos cafés e das tertúlias vazias, a sobrepor-se ao tempo da reflexão e da partilha, necessário e urgente, para salvar o essencial e romper caminhos novos indispensáveis. Se o difícil cede o lugar ao impossível e os braços caem, só ficam favorecidos aqueles a quem interessa um povo alienado ao qual basta pão e futebol…
    Mas não é o compromisso de todos e a esperança activa que dão alma a um povo?"
    D.
    António Marcelino, Bispo Emérito de Aveiro   Independência Madeirense. Cansado dos abusos da democracia europeia, como a aplicação da lei do aborto ou o controlo da forma como os dinheiros públicos, Alberto João jardim vai convocar a comissão política da versão madeirense do PSD para discutir a independência madeirense. A intenção de Jardim é declarar uma independência parcial, manter-se-ia no orçamento português e comunitário ao mesmo tempo que aderia à Organização de Unidade Africana para depois propor aos EUA que acrescentassem uma estrelinha à bandeira. Jú Torres Novas

  • Tempo em Manteigas - Uma maravilha

    Observação Meteorológica Permanente
    Manteigas, Serra da Estrela, Portugal

    Dados actualizados a cada 10 minutos

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  • DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA (XVI)

    -----Message d'origine-----
    De : LUSIADAS [mailto:cardigos@cardigos.biz]
    Envoyé : dimanche 22 juillet 2007 16:33
    À : Undisclosed-Recipient:;

    Objet : DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA (XVI) 
    - Ainda não estás cansado? Queres descansar um pouco, tomar um chá?

     

    - Não. Não me apetece tomar chá e não estou cansado. Se soubesses a canseira que é governar este país, aí sim, saberias o que é estar cansado.

     

    - Eu sei o que é essa canseira, as noites sem dormir, a desconfiança permanente de uma traição, sempre metido naquele gabinete de São Bento, que de santo não tem nada, considerando as coisas que ali decidiste fazer.

     

    - Ainda bem que sabes o que tem sido a minha vida de martírio, completamente devotado à Pátria e à sua defesa.

     

    - Sim, mas essa Pátria só existe desde que sejas tu a governá-la, como se fosse propriedade tua. Nunca concebeste a ideia de que outros poderiam ter tanto amor à Pátria como tu.

     

    - Isso não é verdade, Tenho dado oportunidade a muita gente, que se tem devotado à Pátria com toda a sua alma e coração. Pena é que alguns tenham desandado e tentado me trair.

     

    - Oh António! Não mintas a ti mesmo. Nunca deste oportunidade a ninguém. Deixaste apenas que brilhassem algum tempo, depois apagaste-lhes o brilho. Tornaste as eleições em autênticas burlas, só para garantires o poder.

     

    - Se mandei adulterar os resultados eleitorais foi porque a Pátria estava em perigo, tudo fiz para preservar a Nação do assalto de gente indesejável.

     

    - Estás convencido disso, António? Tirando o caso de Beja e aquele pseudo atentado feito pelos anarquistas, de que escapaste ileso e aproveitaste para culpar os comunistas, todas as outras tentativas, fosse por eleições ou por golpes de Estado, foram feitas por gente tua, do teu partido, gente que colaborou anos e anos contigo. E fizeram-no por estarem inconformados com a situação.

     

    - É verdade que a maior parte das tentativas foram feitas por gente que eu considerava leal a mim. Enganei-me. Afinal, mostraram aquilo que eram, uns traidores.

     

    - Seja como quiseres, António. Continua com o que estavas a dizer, que o Amilcar Cabral abriu uma nova frente de luta na Guiné.

     

    - Sim. Depois que o  Lumumba foi assassinado e o Congo ex-belga entrou em guerra civil, apoiei o Tchombé para libertar um pouco a pressão terrorista que se fazia sentir no norte de Angola. Foi sol que durou pouco, as forças das Nações Unidas derrotaram as do Tchombé e este teve que fugir e refugiar-se em outro país africano. Em 1964 fui surpreendido com a abertura de outra frente em Moçambique. Desta feita os terroristas eram dirigidos pelo Dr. Mondlane, um indivíduo culto que estudou numa missão presbiteriana suiça, depois numa escola secundária da África do Sul pertencente à mesma Igreja, esteve em Lisboa na universidade e acabou por se doutorar em sociologia nos Estados Unidos da América. Um homem assim, culto e letrado, acabou por se revelar um terrorista da pior espécie, fundou a FRELIMO e começou a luta armada contra nós em Moçambique. Não sei para que é que serviu tanto estudo, incapaz de compreender a nossa situação especial no mundo e a nossa vocação de sociedade multirracial. Fiz a mesma coisa que fiz com Angola e a Guiné: em força para Moçambique! A pressão internacional era cada vez maior. A ONU, liderada pela Inglaterra, pelos Estados Unidos e pela Rússia, aprovava resoluções contra nós, exigindo que fizéssemos referendos para a autodeterminação das Províncias Ultramarinas e que estabelecêssemos um diálogo com os movimentos de libertação. Recusei liminarmente. Não falava com terroristas. Quanto aos referendos eram uma perfeita idiotice, eu que nunca tinha feito um referendo na Metrópole, ia lá fazer um referendo em África. Fazer um referendo era discutir a Pátria, e a Pátria não se discute. Orgulhosamente sós, não importava, havíamos de fazer valer a nossa visão do mundo e da sociedade. Pressionavam muito mas ninguém se atrevia a intervir militarmente. Mas ajudavam os terroristas com dinheiro e armas, não só os comunistas, mas muitos países ocidentais. O equilíbrio do orçamento, a minha grande bandeira de estabilidade durante muitos anos, revelava-se uma grande dor de cabeça. Os gastos com as três frentes de guerra eram tremendos. Já não conseguia controlar a expansão económica da Metrópole. Conseguíamos sobreviver com as remessas dos emigrantes e com as receitas do turismo, mas este trazia também influências perniciosas para a nossa moral e costumes. Era uma situação preocupante, mas eu pouco podia fazer. O pior de tudo eram as traições, que continuavam a minar a nossa moral. Imagina que até o Papa nos traiu. Nós, país católico, que até a Virgem escolheu para aparecer ao mundo, nós, cujo regime enunciava Deus, Pátria e Família como valores fundamentais da sociedade, fomos traídos pelo próprio Papa, que visitou a Índia em 1964 e depois foi à ONU. Não lhe perdoei, nem sequer quando veio a Fátima no dia 13 de Maio de 1967.

     

    (Continua)   Manuel O. Pina

     

  • Festa no Restaurante Brasileiro em Saint Germain en Laye

  • Português detido por morte

    O corpo de Jennifer Charron, de 21 anos foi encontrado no dia 29 de Abril, num bosque de Saint Suplice de Royan, no sudoeste da França. Estava parcialmente carbonizado e com as mãos atadas atrás das costas. A autópsia revela que morreu de hemorragia cerebral, provocada por um golpe com um objecto contundente.

    Um mês e meio depois do crime – que terá acontecido na noite de 28 para 29 de Abril – as autoridades francesas anunciaram a detenção de dois suspeitos. Um deles é o português José Mendes Abrantes, de 42 anos. Emigrante em França desde muito novo, foi condenado em Paris em 1993 a uma pena de 20 anos de prisão por ter violado uma mulher, e ter tentado matá-la de seguida. Saiu em liberdade ao fim de 13 anos por bom comportamento e foi expulso para Portugal. Acabou por regressar a França e foi detido a 10 de Julho por ser suspeito da morte de Jennifer.

    As autoridades encontraram vestígios do seu ADN – que faz parte de uma base de dados de agressores sexuais da polícia – junto ao corpo da vítima, assim como o ADN de Sami, o outro detido, que chegou a namorar com Jennifer.

    Segundo a imprensa francesa, José foi detido em casa, em Luches, uma cidade próxima de Royan, onde a vítima trabalhava num restaurante. Conduzido ao Tribunal de Grande Instance de Saintes, foi ouvido por um juiz de instrução que ordenou a sua prisão preventiva. A procuradora Fabienne Atzori explica que “as provas científicas” apontam para o envolvimento de José e Sami no crime. A polícia francesa interrogou mais dois suspeitos, entre os quais a mulher de José, mas não foram feitas mais detenções.

    PORMENORES

    NOITE FATAL

    Jennifer Charron trabalhava à noite num restaurante de Royan. Vivia sozinha e foi o patrão quem deu o alerta para o seu desaparecimento.

    BANCO GENÉTICO

    Os dados biológicos do português constam numa lista de criminosos condenados por crimes sexuais. O cruzamento desta informação com os vestígios descobertos no local do crime levou à sua detenção.

    Correio da manha


  • Marillion - Lavender

    Para quem conheceu o grupo de bailes Banda Kroll que fzaia grandes bailes na regiao de Leiria - Pombal deve de se lembrar desta magnifica musica para mim umas das melhores dos Marilion