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  • Estamos na época das castanhas e outros cogumelos

    Como hoje foi o ultimo dia das ferias escolares exigi ( lol ) aos meus filhotes um passeio na floresta , assim permete de os tirar algumas horas dos jogos vídeo e Tv que nos dias de hoje ocupam o tempo livre todo dos nossos filhos , e eu acho que e uma pena desperdiçar tanto tempo nestes esquemas.

    Nesta altura na cidade onde estamos instalados Saint Germain en Laye existe uma magnifica floresta com castanhas , cogumelos e paisagens de uma beleza extraordinária , curioso e que são as pessoas das cidades limítrofes que pais desfrutam desta riqueza natural .

    Finalmente passamos uma rica tarde como se diz na minha aldeia , cheia de descobertas e brincadeiras , no inicio partiram por obrigação mas no fim já foi difícil para eles terem vontade de voltar a casa e já ficou combinado , voltamos brevemente ( lol ) ....

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  • Ministério e Câmara condenados por maus cheiros de suinicultura

    porcos.jpgO Tribunal Administrativo de Lisboa deu razão a dois moradores do concelho de Torres Vedras, que se queixavam de maus cheiros oriundos de uma suinicultura, condenando o Ministério do Ambiente e a Câmara por responsabilidades no licenciamento da exploração.

    Destak/Lusa | destak@destak.pt

    De acordo com a sentença a que a Agência Lusa teve acesso, o tribunal condena as duas entidades a obrigarem a exploração agro-pecuária, com cerca de 4500 suínos, a efectuar melhorias de funcionamento para minimizar os impactos ambientais provocados pelos maus cheiros e pela contaminação de águas nas proximidades da unidade.

    O tribunal reconheceu que existe um “dano ecológico” que “afecta o ar, o solo e a água envolventes” no Casal do Brejo, freguesia de Campelos.

    A acção contra ambas as entidades foi colocada pelos moradores, depois de o Tribunal de Torres Vedras ter absolvido os proprietários da exploração por considerar que a suinicultura estava devidamente licenciada, numa primeira acção colocada em 1998 pelos lesados.

    Descontentes com a decisão, os dois moradores decidiram pôr um novo processo em tribunal, desta vez contra o Ministério do Ambiente e Câmara Municipal de Torres Vedras.

    Nesta segunda acção judicial e após uma perícia técnica realizada na unidade, a juíza Dora Lucas Neto entendeu que o Ministério do Ambiente “não pode vir a invocar a sucessiva renovação das licenças de descargas” para afastar a responsabilidade ambiental, quando existem maus cheiros e águas contaminadas.

    Em relação à Câmara de Torres Vedras, o tribunal concluiu que a autarquia não assegurou a qualidade do ambiente, ao licenciar habitações perto de uma suinicultura ou o inverso, no caso de as moradias serem anteriores à exploração.

    Seguindo as orientações da perícia efectuada, o tribunal decidiu condenar as duas entidades no sentido de obrigar a suinicultura a adoptar novas técnicas nas lagoas da respectiva estação de tratamento para minimizar os maus cheiros, como a incorporação de bactérias que auxiliam no processo de digestão da matéria orgânica ou a separação de efluentes sólidos e líquidos.

    Outra das medidas impostas passa por melhor impermeabilizar as lagoas, face às características do solo, para prevenir a sua contaminação e, por conseguinte, das águas.

    O tribunal socorreu-se também da Lei de Bases do Ambiente, segundo a qual a localização de uma actividade industrial só deve ser aprovada quando não interfira com o ordenamento do território e a qualidade do ambiente, tendo em conta que o dever de prevenção compete às entidades fiscalizadoras e licenciadoras.

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  • Paris: Emigrante português abateu companheira francesa e tentou suicidar-se a seguir

    Vê o pai matar mãe a tiro

    pavillon.gifCom apenas nove anos, uma menina viu o pai assassinar a mãe. O português, emigrado em França, abateu a mulher com vários tiros de espingarda à queima-roupa e, de seguida, encostou a arma ao queixo e disparou. A vítima teve morte imediata, enquanto o marido se encontra internado em estado bastante grave e a menina foi hospitalizada em estado de choque.

    A tragédia teve lugar anteontem, pelas 12h30 (11h30 em Lisboa), na casa onde a família vivia há alguns anos, em Garges-les-Gonesse, nos arredores de Paris. Sem que nada o fizesse prever, o homem, que está emigrado há vários anos na capital francesa, onde era mecânico automóvel, matou a sua companheira, Sylvie C., francesa de 41 anos. Apesar dos vários tiros disparados pelo suspeito sobre a mulher, a vizinhança não ouviu qualquer barulho suspeito e só se apercebeu do sucedido após o alerta da menina, que fugiu para a rua. A mãe morreu ainda antes da chegada da ambulância ao local, enquanto o pai homicida foi transportado para o hospital de Henri Mondor.

    Segundo os vizinhos, não eram conhecidos problemas familiares entre o casal, que vivia com duas filhas – a mais velha não estava em casa. As autoridades que estiveram no local ainda não teriam conseguido ontem apurar causas para o homicídio e tentativa de suicídio.

    PORMENORES

    FAMÍLIA RESPEITADA

    Os vizinhos disseram que o casal era bem visto no bairro. "Eram pessoas trabalhadoras. Ela estava no talho da família e ele era mecânico em Garges", disse uma vizinha.

    FILHAS COM APOIO

    As duas filhas das vítimas recolheram a casa de outros familiares, apesar de todo o apoio manifestado pela Segurança Social.

    "UM CASAL FELIZ"

    O casal habitava uma casa escondida pela vegetação e por um muro. "Pareciam um casal feliz. Não sabemos o que se passou. Isto é um filme de terror", conta uma vizinha.

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