Esta tarde vão estar da discoteca Space em Pierrelay ( 95 ) Nao vos informamos deste evento porque e um evento de ordem privada e não conseguimos chegar a acordo com o promotor deste evento para difusão de Pub neste site .... Mesmo assim vamos vos contar amanha como foi !!! que a gentes do Norte e não só a manifestar a sua contagiosa alegria ..
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Alain Delon - Vende cigarros no Camboja
Sabiam que no Camboja, Alain Delon vende cigarros? Vende em toda a Ásia. Painéis publicitários gigantes são colocados nas encruzilhadas essenciais da capital. “Cigarros Alain Delon, o gosto da França”. É um mercado que ainda não é controlado por estes emerdantes da Saúde Pública.
Nenhuma menção sobre os perigos do tabaco, estes stickers desagradáveis que desperdiçam o comércio. Há dinheiro a fazer-se no Terceiro mundo. Os asiáticos são crédulos. Tomando a instalação, chega-se bastante facilmente a fazer-lhes crer que ele à classe como Alain Delon quando fuma-se de Alain Delon (ao facto, em verdade, ele fuma-se Alain Delon? ou é justo para a fotografia?). A Phnom Penh, vi adolescentes com o cigarro na boca .. . E mesmo pequenos putos da rua, oito ou nove anos, não mais.
Não vou fazer fácil e recordar que fumar mata. Que fumar envia os clientes de Alain Delon em cuidados paliativos, porque onde Alain Delon vende cigarros, não há unidade de cuidados paliativos, pelo menos não para os indígenas. Rebentam, é todo. Mas atenção, nunca crer que Alain Delon é um homem sem ética nem princípios.
Tem mesmo uma visão do mundo, Alain Delon. Encontra que paga-se demasiado impostos na França (quanto toca para o seu pequeno negócio de cigarros, Alain Delon, alguém ousar um dia fazer-lhe a pergunta?). Apoia Nicolas Sarkozy.
E envia uma carta ao presidente chinês, em pessoa, para protestar contra maus os tratamentos aos cães. Está como aquilo, Alain Delon, corajosos, direitos, um raio de luz num mundo ganho pelas trevas. Onde a obscuridade faz-se, Alain Delon continuará lá para dar-vos fogo.
Copiado e traduzido Daqui - Paul Moreira
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Bombeiro não resistiu - Voluntário de Santa Maria da Feira pediu ajuda numa campanha apoiada pelo CM
Dois anos e meio depois de lhe ter sido diagnosticada uma doença fatal, Alberto Pinto, bombeiro de 48 anos, de Santa Maria da Feira, morreu, anteontem à noite, no hospital onde estava internado desde quinta-feira, com problemas respiratórios, uma das consequências da esclerose lateral amiotrófica.Em Agosto do ano passado, Alberto Pinto, consciente da sua "condenação" à morte, resolveu pedir "socorro", através de uma campanha lançada por um grupo de bombeiros e apoiada pelo CM. "Só luto pela minha família,por mim, era capaz de desistir de tudo, porque não é fácil", disse.
Alberto Pinto morreu anteontem
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Tragédia: Continua por encontrar o corpo de tripulante Dor no regresso a casa
Sérgio Silva, 29 anos – um dos quatro portugueses sobreviventes do trágico naufrágio do ‘Rosamar’, que matou quatro portugueses (um corpo está por resgatar) e quatro indonésios (todos por encontrar) – não quer voltar ao mar. A decisão, confidenciada ontem ao CM por um tio, foi tomada pelo jovem tripulante do barco de arrastão, que andava à faina do carapau, após ter visto o seu padrinho ser engolido pelas águas a 27 milhas da costa norte da Galiza. Mário Castanho, 53 anos, conhecido por ‘Nazareno’, era o mestre da embarcação. O sobrinho entrou na balsa de salvação. O tio não abandonou o navio.Por encontrar continuava ao final da tarde de ontem, altura em que as buscas foram suspensas, o mestre de redes Anselmo Silva, 50 anos, de Leça da Palmeira.
O corpo de ‘Nazareno’ foi recolhido horas depois do naufrágio pela guarda marítima espanhola. Ao longo do dia de ontem, esteve a ser velado pela família na Funerária da Foz, em Burela. Os cadáveres de José Silva, 52 anos, natural de Caxinas, Vila do Conde, e de José Tomé, 52 anos, da Figueira da Foz, estavam noutras duas urnas, instaladas numa só sala da capela, onde as famílias chegaram logo pela manhã. O coro de choro inconsolável, em lamentos sentidos, era audível no exterior.
As feridas que os pescadores ostentavam na face deixavam adivinhar que terão andado à deriva e embatido em rochedos ou destroços do navio. Estrela Tomé, viúva de José Tomé, o maquinista do barco, não escondia a revolta. 'Deus falhou perante todos eles. Sou católica, mas nem consigo rezar', desabafou, tentando conter o choro, em soluços, lembrando que só teve a confirmação da morte em Espanha. 'O meu coração bem me dizia que tinha acontecido o pior.'
OUVIDOS PELA POLÍCIA LOCAL
Enquanto as famílias aguardavam autorização para levar os corpos para Portugal, os sobreviventes foram ouvidos pelas autoridades espanholas: de manhã pela polícia e durante a tarde por um juiz local. Por indicações das autoridades, estavam proibidos de falar à Comunicação Social. Ao grupo de sobreviventes, em Foz, juntou-se ao início da tarde Luís Almeida, da Murtosa, que ontem completava 38 anos – foi o único sobrevivente a passar a noite no hospital da Corunha 'por ter os pulmões com água', explicou o armador da embarcação.
De acordo com o jornal ‘La Voz de Galicia’, os sobreviventes disseram na capitania de Burela que um dos aparelhos de pesca ficou preso no fundo do mar, funcionando como uma âncora que deixou o ‘Rosamar’ exposto às vagas de seis metros, que viraram o arrastão.
MUITOS CONTACTOS
Ontem, as autoridades portuguesas travaram uma autêntica batalha contra a burocracia, agravada por ser feriado em Espanha. Só depois de muitos telefonemas dos presidentes das juntas de Matosinhos e de Vila do Conde a entrega dos corpos foi possível.
FUNERAIS AMANHÃ
Os funerais dos pescadores são amanhã. José Silva vai a enterrar pelas 15h30 em Vila do Conde e Mário Silva às 16h00 em Matosinhos. O funeral de José Tomé, da Figueira da Foz, também será amanhã.
ÚLTIMO ADEUS EMOCIONADO
O armador chorava como uma criança. Agarrado às famílias dos pescadores que perderam a vida no mar, o espanhol Xesus Pita era ontem uma das mais fortes imagens de dor, depois do naufrágio em Espanha do ‘Rosamar’, o barco que transportava oito portugueses e cinco indonésios, e que roubou a vida a oito pessoas (quatro portugueses e quatro indonésios). Ao seu lado, a mulher de José Silva, das Caxinas, também não calava a emoção. Agarrada à carrinha, já na estrada, onde seguia o caixão, a viúva gritava de forma descontrolada.
Pouco passava das 18h15 horas em Portugal, quando os corpos foram levados para Lugo, onde foram embalsamados. Os cadáveres saíram de Espanha em direcção a Portugal pelas 21h50. A chegada dos corpos a Matosinhos, Vila do Conde e Figueira da Foz estava prevista para a madrugada de hoje. Os sobreviventes acompanharam o cortejo fúnebre.