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  • Celia Levy - Uma revelação da Internet e Radio Latina

    celia levy.jpgGostava de ver a Célia a actuar para a nossa comunidade visto que ela também e emigrante ...  Senhores presidentes . Empresarios não percam a oportunidade de a mostrar a nossa juventude ... antes que ela venha inacessível ... visto como esta a funcionar na Net não vai tardar a virar um grande Star internacional ... Parabéns Celia ... Muito sucesso ...

    Célia Levy nasceu em Portugal a 07 de Outubro de 1983 em Lisboa, filha de pais cabo-verdianos. Três anos depois, estes imigraram para França e estabeleceram-se em Paris, onde criaram 6 filhos. Foi assim numa dupla cultura (Cabo-verdiana e Francesa) que Célia cresceu, falando essencialmente francês e crioulo cabo-verdiano. Envolvida desde sempre nos ambientes festivos, calorosos e ritmados das Coladeiras, Funanas, Batukadas e Mornas, na sua comunidade cabo-verdiana, mas também em influências mais modernas ou mais urbanas como o Zouk, a Kizomba, o Cabolove, ou o R&B, Celia apaixonou-se desde muito cedo pela música. É assim com alguma naturalidade, que começa a cantar colaborando com vários artistas (Kaysha, La MC Malcriado, Elisio, Sweetness, Reydem…). Em 2007, durante de uma sessão de gravações, conheceu aquele que viria a ser o seu produtor – Jay, cognominado também “Gé l’ingé” jovem compositor, engenheiro de som e produtor em diversos projectos de sucesso, tais como, Dis l’heure de Zouk…Ragga, Wyclef Jean, Passi, Medhy Custos, Lynnsha e La MC Malcriado. Em conjunto, decidiram elaborar um álbum com diversas influências, tais como, CaboLove, Zouk, Reggaeton, Samba, R&b e mesmo Rock. A produção é assinada por nomes de peso na feitura de sucessos, Manu Lima, Philippe Monteiro, Loran, Djoy Delgado, Roger, Thierry Doumergue, Eddy Goyor, Danny Lavital, Constância, JAY,… Assim nasceu “Um flor especial”, que conta com a colaboração de Dyce, Mariza, Kaysha, Roger e Hams. Célia, possuidora de uma excelente voz, e de uma capacidade de interpretação elevada, imprime a esta obra uma frescura pouco usual neste género de produções.

    Texto do myspace da Celia

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  • Trasladação de corpos pode demorar - Em causa está a autorização do tribunal

    rosamar.jpgOs corpos dos três portugueses que morreram ontem no naufrágio do arrastão ‘Rosamar’, na costa da Galiza, poderão ser trasladados apenas na terça-feira, se o tribunal não der a devida autorização ainda este sábado.

    A demora na trasladação dos corpos é admitida pelo presidente de Vila do Conde, Mário Almeida. Se a autorização não for dada ainda esta tarde, a situação só poderá ser desbloqueada na terça-feira, já que na segunda também é feriado em Espanha.

    No entanto, o autarca garante que “está tudo em ordem” e que se mantém em contacto com as autoridades.

    Entretanto, o armador Jesus Pita, proprietário da embarcação, adiantou que está à espera dos trâmites burocráticos se desenrolem.

    O ‘Rosamar’ naufragou ontem de manhã, cerca de 39 quilómetros a norte de Burela, ao largo da Galiza, com 13 tripulantes a bordo, dos quais quatro morreram, cinco foram resgatados e outros tantos continuam desaparecidos.

    PESCADOR JÁ TEVE ALTA

    O pescador português que continuava hospitalizado teve alta a meio da manhã do Hospital da Corunha.

    Ontem, outros três portugueses e um filipino que sobreviveram ao naufrágio já tinham tido alta hospitalar.

    Correio da manha

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  • Onda fatal leva oito pescadores -

    "Foi uma onda grande, o barco ficou de proa [frente]. Só se salvaram os que se atiraram ao mar. O mestre não abandonou o barco, afundou-se com o ‘Rosamar’." O relato, feito por um familiar de um sobrevivente, ilustra a tragédia vivida na manhã de ontem 24 milhas a norte de Burela, na costa da Galiza. Os corpos de três pescadores portugueses foram resgatados. Cinco outros, um português e quatro indonésios – todos presumivelmente mortos –, continuam desaparecidos. Há cinco sobreviventes (quatro deles portugueses), de uma tripulação de 13 homens (oito portugueses e cinco indonésios).

    As vítimas mortais são: José Tomé, da Figueira da Foz; José Graça Silva, das Caxinas, Vila do Conde; e Mário Castanho Silva, o mestre do barco, natural de Matosinhos. Falta resgatar o corpo de Anselmo Silva, de Leça da Palmeira.

    No Hospital da Corunha, os familiares foram chegando ao princípio da tarde. A emoção era grande e a revolta também: o socorro terá sido marcado pela demora. A ajuda não foi imediata porque se pensava ter sido um falso alarme. Só após contacto com o armador se percebeu que o barco não estava atracado no cais da Burela.

    'O Sérgio está muito abalado mas está bem e consciente. Ainda não falámos do acidente, entendemos que esta não é a melhor altura', disse ao CM um dos familiares do tripulante mais novo do barco (com 28 anos), que ontem continuava sem saber o que acontecera a Mário Silva, seu tio, cujo cadáver só foi reconhecido ao princípio da noite.

    Dois dos outros sobreviventes, Adriano Oliveira e Augusto Mário de Jesus, tiveram alta ao final da tarde do Hospital da Corunha e seguiram de autocarro para Burela, a cidade mais próxima do local do naufrágio. Um terceiro português, Luís Almeida, mantém-se internado com sintomas de hipotermia.

    VIVOS PORQUE FORAM À ÁGUA

    'O socorro foi rápido, mas já não havia nada a fazer.' As palavras são do armador espanhol Jesus Labajém Pita, para quem 13 tripulantes do ‘Rosamar’ trabalhavam.

    A onda de grandes dimensões fez com que o barco ficasse quase a pino e se afundasse de imediato. Os que estavam à proa, quatro portugueses e um indonésio, conseguiram aperceber-se do naufrágio e atiraram--se à água, nadando até serem resgatados pelo helicóptero das autoridades galegas.

    Ao que o CM apurou, o armador recebeu por volta das 08h30 um SOS (automático e dado pelo aparelho EPIRB que lança o alerta assim que entra em contacto com a água) e tentou contactar a tripulação. Vendo que ninguém respondia, comunicou o socorro às autoridades.

    Ainda se gerou uma pequena confusão, já que a Polícia Marítima dizia que o barco estava atracado. Rapidamente percebeu que o que estava no porto de mar era o ‘Seixa Mar’, embarcação que pertence ao mesmo armador, e accionou então todos os meios de salvamento.

    A rapidez com que actuaram permitiu a sobrevivência dos cinco homens que se tinham atirado à água, evitando que morressem por via da hipotermia.

    O helicóptero transportou-os para o aeroporto de Alvedro, de onde foram levados para o Hospital Universitário da Corunha.

    Dos quatro portugueses sobreviventes, três tiveram ontem alta, ficando internado Luís Almeida, da Murtosa, por se encontrar 'muito alterado'.

    PORTUGUESES

    MORTOS

    – José Tomé, Figueira da Foz

    – José Graça Silva, das Caxinas,Vila do Conde

    – Mário Castanho Silva, de Matosinhos

    – Anselmo Silva, de Leça da Palmeira(corpo por resgatar)

    SOBREVIVENTES

    – Adriano Oliveira, Figueira da Foz

    – Augusto Mário de Jesus, Matosinhos

    – Sérgio Silva, Matosinhos

    – Luís Almeida, Murtosa

    'RECEBI O SOS E NÃO CONSEGUI CONTACTAR MAIS'

    'As causas estão por explicar. Por volta das 08h30 de hoje [ontem] recebi um alarme através do dispositivo SOS do barco e não consegui contactar mais com a tripulação', disse ontem o armador Jesus Labajén Pita, sublinhando que não sabe o que aconteceu. 'Eles saíam por volta das o5h00 de Matosinhos e regressavam à noite. Iam e vinham todos os dias', esclarece.

    TROCA DE NOMES DE EMBARCAÇÕES BARALHA SOCORRO

    Segundo as regras instituídas, o Serviço Marítimo contactou o navio naufragado para confirmar o sinistro, mas uma troca de nomes fez chegar o contacto ao ‘Seixamar’, do mesmo armador. Um tripulante informou que este navio estava atracado, mas o armador corrigiu logo de seguida a informação, avisando que era o ‘Rosamar’, que estava em apuros.

    'O MAR CONSOOU MAIS CEDO'

    A família de José Graça Silva, um dos pescadores que morreram no mar da Galiza, foi a primeira a receber a má notícia, ontem à tarde, nas Caxinas, Vila do Conde. 'O mar vem consoar sempre mais cedo', comentaram os pescadores caxineiros no lamento de mais um homem da terra que perdeu a vida a trabalhar no mar.

    A mulher de José Graça Silva vacilou com o choque e teve mesmo de ser internada no Hospital da Póvoa de Varzim. O pescador, de 52 anos, deixa duas filhas, Sílvia, de 28 anos, e Liana, de 23 anos.

    Em casa, na zona piscatória das Caxinas, os familiares mais próximos tentavam amenizar a dor com o sentimento de conformidade inerente a uma profissão de risco. 'A vida no mar tem estas desgraças e já todos vivemos tragédias destas, com família ou amigos', comentavam à porta de José Silva. A tia, Maria Alice, contou que o sobrinho tinha regressado ao mar da Galiza há apenas três semanas, depois de uma baixa prolongada. 'Já lá trabalha há quase trinta anos e até agora nunca tinha tido problemas graves no mar, só uns pequenos sustos'. disse Maria Alice.

    Outras duas vítimas do naufrágio do ‘Rosamar’ são do concelho de Matosinhos. O mestre Mário Castanho Silva ‘Nazareno', de 55 anos, foi uma das mortes confirmadas ainda ontem. Anselmo Silva, de 49 anos, da freguesia de Leça da Palmeira, estava ainda dado como desaparecido. Ontem, ao início da noite, Cristiana, filha de Anselmo, dizia ao CM que ainda não tinha informações. 'O meu pai estava no barco mas ainda ninguém nos disse se está vivo ou morto', lamentou, com o telemóvel na mão, à espera de um telefonema que lhe desmentisse uma morte que a família já chora.

    'GRITEI AO OUVIR O NOME'

    Quando ouviu ontem uma referência ao ‘Rosamar’, no noticiário televisivo, Maria Eugénia Gomes, mãe de um dos tripulantes, imaginou o pior. 'Dei um grito mal ouvi o nome do maldito navio', diz, em lágrimas, enquanto vizinhos e familiares, que acorreram a sua casa, em Cova-Gala, Figueira da Foz, a tentam acalmar. O seu receio confirmou-se: o filho, José Gomes Tomé, 52 anos, estava entre os mortos (o corpo, resgatado ao mar, foi identificado já ao princípio da noite).

    'O meu filho não sabia nadar', lamenta, transtornada, Maria Eugénia Gomes. Maquinista da embarcação, José Gomes Tomé trabalhava desde os 15 anos no mar e há cinco já tinha sido vítima de um acidente. Segundo a tia, Helena Tomé, sobreviveu porque 'o agarraram pelos cabelos'. Com José Gomes Tomé partiu da Figueira da Foz, há 14 dias, Adriano Almeida, 37 anos, também maquinista, que sobreviveu ao naufrágio. O pai, António Almeida, apanhou 'um grande susto'. 'Podiam ter morrido todos', diz.

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  • Uma magnifica entrevista do Quim Barreiros

    Parabéns para este canal Português no Canada ...  Gente da Nossa Tv.

    Ha perguntas que são perigosas ... ( lol .. Olho no fisco a Ganda Quim ...

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  • Esperou 17 anos para receber 586 euros da Câmara

    aveiro.jpegA empresa ainda não foi notificada, mas o cheque, no valor de de 586 euros, já está assinado. A Câmara de Aveiro vai, finalmente, pagar uma dívida de 17 anos à Auto-Viação da Murtosa, o credor mais antigo do município.

    A factura tem a data de 30 de Novembro de 1991 e refere-se ao aluguer de dois autocarros, para visitas de estudo, requisitado pela Câmara de Aveiro, durante último mandato de Girão Pereira (CDS).

    O administrador da empresa, Luís Marques, soube da notícia pelo JN. "Depois destes anos todos, 17 anos, dá vontade de encaixilhar o cheque. Mas é uma boa notícia", comentou, acrescentando, com a mesma ironia, "afinal os autarcas e as autarquias são pessoas de bem, demoram a pagar mas pagam".

    A Câmara de Aveiro liderada por Élio Maia (PSD/CDS-PP), começou, esta semana, a pagar as dívidas a fornecedores, empreiteiros e instituições, ao abrigo de uma operação de saneamento financeiro que o Tribunal de Contas aprovou, recentemente, depois de um processo que se arrastou cerca de um ano.

    O plano que assenta na contracção de um empréstimo de 58 milhões de euros, junto da Caixa Geral de Depósitos (CGD), permite à Câmara transformar a dívida de curto prazo em dívida de médio prazo e ganhar, ainda, alguma folga de tesouraria: mais de 500 mil euros por mês, de juros e outros encargos financeiros.

    Depois de a CGD ter libertado a primeira tranche (30 milhões de euros), o último fim-de-semana, feriado incluído, foi de trabalho para funcionários e dirigentes. Até ontem, tinham sido emitidas 653 ordens de pagamento - e respectivos cheques. E, hoje, deverá estar pronto para despacho mais um "monte" de facturas.

    O presidente da Câmara, Élio Maia, não se queixa de tanta assinatura. " É um grande alívio, tanto pessoal como institucional, podermos pagar a quem devemos, diz o autarca, admitindo que, "o pagamento das dívidas vai proporcionar uma disponibilidade mental, de tempo e de meios para outras coisas que não tínhamos: penso que não houve uma pessoa, a quem a Câmara deve, que eu não tenha recebido", diz o autarca.

    A autarquia montou uma estratégia de pagamento faseado, privilegiando, no primeiro momento, os processos mais simples e de valor mais baixo.

    "A ideia é arrumar o maior número de processos e os 'factoring', por causa dos encargos financeiros. Estamos a regularizar as prestações sociais (ADSE, ACASA e Caixa Geral de Aposentações), as contas com as Juntas estarão feitas até ao fim do ano e já há associações que estão a receber", refere Élio Maia, prevendo que os primeiros 30 milhões de euros fiquem esgotados já na próxima semana.

    Depois do banco BPI, por causa das operações de "factoring", que ascendem, actualmente, a 14 milhões de euros, os maiores credores são a Somague (cerca de 7,5 milhões de euros de obras) e a SUMA, concessionária da recolha de lixo (mais de 5,5 milhões de euros). Mas a longa lista de dívidas, acumuladas durante vários mandatos, até Dezembro de 2007, também inclui uma de 1,98 euros, à empresa Henrique Vieira e Filhos, de Oliveirinha (Aveiro), e outra de seis euros, à Livraria Bertrand.

    Jornal de Noticias

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  • Euromilhões: Português ganha - 15 milhões de euros

    É português o único totalista do sorteio de ontem do Euromilhões e receberá 15 milhões de euros. O segundo prémio será repartido por 18 apostadores, seis deles portugueses, sendo cada um premiado com 157 mil euros.

    O terceiro prémio cabe a 12 apostadores, seis deles portugueses, que vão receber 67 mil euros cada.

    Chave vencedora: 4, 8, 21, 35, 45 e  as estrelas 5 e 8

    Correio da manha

     

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