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Foi hoje ao final da tarde pelas 17.43 impugnada a escritura da capela e logradoros e mais o Sarrado Grande imaginado pelo Sr. Manuel Domingues técnico ao serviço da Fabrica da Igreja de Almagreira grande inventor e estratega [uso capião] da escritura das capelas da freguesia de Almagreira .Esta iniciativa da comissão de moradores dos Netos e da associação CILAS em conjunto,assim empatamos o jogo sujo da fabrica da igreja metendo o nosso golo nos minutos finais ,agora vamos a prolongamento .
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Arroz de sarrabulho - Lusitanos de ST. Cyr - 3
D. José Policarpo foi ao Casino Figueira participar numa tertúlia e surpreendeu a plateia ao alertar as jovens portuguesas para o "monte de sarilhos" se casarem com muçulmanos.
O Cardeal Patriarca de Lisboa surpreendeu na noite de terça-feira (13 de Janeiro) o auditório do Casino da Figueira da Foz ao advertir as jovens portuguesas para o "monte de sarilhos" de se casarem com muçulmanos.
Falando na tertúlia "125 minutos com Fátima Campos Ferreira", que decorreu no Casino da Figueira da Foz, D. José Policarpo deixou um conselho às jovens portuguesas quanto a eventuais relações amorosas com muçulmanos, afirmando: "Cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam."
Questionado por Fátima Campos Ferreira se não estava a ser intolerante perante a questão do casamento das jovens com muçulmanos, D. José Policarpo disse que não.
"Se eu sei que uma jovem europeia de formação cristã, a primeira vez que vai para o país deles é sujeita ao regime das mulheres muçulmanas, imagine-se lá", ripostou D. José Policarpo à jornalista e anfitriã da tertúlia, manifestando conhecer "casos dramáticos" que, no entanto, não especificou.
Na sua intervenção, o Cardeal Patriarca de Lisboa considerou "muito difícil" o diálogo com os muçulmanos em Portugal, observando que o diálogo serve para a comunidade muçulmana demarcar os seus espaços num país maioritariamente católico.
"Só é possível dialogar com quem quer dialogar, por exemplo com os nossos irmãos muçulmanos o diálogo é muito difícil", disse D. José Policarpo durante a tertúlia.
Respondendo a uma pergunta da anfitriã sobre se o diálogo inter-religioso em Portugal tem estado bem acautelado, o Cardeal Patriarca sublinhou que, no caso da comunidade muçulmana, "estão-se a dar os primeiros passos". "Mas é muito difícil porque eles não admitem sequer [encarar a crítica de que pensam] que a verdade deles é única e é toda", sustentou.
Sublinhou ainda que o diálogo serve para os muçulmanos, num país maioritariamente católico, "como fazem os lobos na floresta, demarcarem os seus espaços e terem os espaços que eu lhes respeito".
Mais tarde, quase no final de mais de duas horas de conversa e respondendo, na altura, a uma pergunta da assistência sobre a presença muçulmana na Europa, lembrou que a comunidade muçulmana de Lisboa representa cerca de 100 mil fiéis "centrados à volta de três grandes mesquitas" e definindo as relações com o Patriarcado como "habitualmente boas e muito simpáticas".
No entanto, e noutro registo, alertou para a necessidade de existir "respeito e conhecimento" sobre a religião muçulmana enquanto "primeira atitude fundamental" para o diálogo.
"Nós somos muito ignorantes, queremos dialogar com muçulmanos e não gastámos uma hora da nossa vida a perceber o que é que eles são. Quem é que em Portugal já leu o Alcorão?", inquiriu.
"Se queremos dialogar com muçulmanos temos de saber o bê-a-bá da sua compreensão da vida, da sua fé. Portanto, a primeira coisa é conhecer melhor, respeitar", acrescentou D. José Policarpo.
Outra atitude a praticar na relação com os muçulmanos, sublinhou o Cardeal Patriarca é "não ser ingénuo", afirmação que ilustrou com a visão que alegadamente possuem de que o sítio onde se reúnem para rezar "fica sempre deles". "Os muçulmanos têm uma visão na sua religião que o sítio onde se reúnem para rezar fica na posse deles, é o sítio onde Alá se encontrou com eles portanto mais ninguém pode rezar naquele sítio", disse D. José Policarpo.
Lembrou, a propósito, um "problema sério" ocorrido na Catedral de Colónia, na Alemanha, cedida pelo Cardeal da cidade à comunidade muçulmana local para uma cerimónia no Ramadão.
"Depois consideravam a Catedral posse deles, foi preciso a intervenção da polícia para resolver aquilo (…) Não sejamos ingénuos na maneira de trabalhar com eles", argumentou.
A intenção do empresário que amputou um dedo em frente a uma magistrada do Tribunal da Figueira da Foz era "rasgar todos os papéis do processo e deixar tudo salpicado de sangue" para impedir a execução da penhora de um terreno. "Passei-me quando a juíza recusou a minha proposta de pagamento da dívida de 170 mil euros e prosseguiu com a abertura de propostas de venda", disse ontem ao CM Orico Santos, 67 anos – irmão do presidente da Naval 1º de Maio.
"Disse-lhe que tinha uma garantia bancária de 1,2 milhões de euros que dava para pagar e ia buscar os documentos à pasta, mas ela recusou", justifica o empresário.
Ao abrir a sua pasta e deparar-se com o cutelo, que comprara no domingo no mercado da Tocha, ainda "embrulhado", agiu: "Com o cutelo no ar gritei: Drª tem de parar. Começou tudo a gritar e a fugir". Foi quando Orico Santos os tentou sossegar, exclamando: "Isto não é para si! Por agora é só para mim, até porque não quero ir para a prisão!"
Desferiu dois golpes no indicador esquerdo em cima da secretária, dividindo-o em três pedaços. "Nem senti nada. Os nervos eram tantos que do primeiro corte apanhei a cabeça do dedo e parece que nem saiu nada, por isso é que cortei mais um pedaço", descreve, classificando o seu acto de "grito de desespero".
Proprietário de uma quinta com 20 hectares em Buarcos, diz estar a ser vítima das "máfias da construção civil", acusando políticos e empresários.
O processo executivo em causa refere-se a uma parcela da propriedade e foi movido por uma empresa que reclamava a devolução do sinal que tinha pago pelo terreno, acrescido de juros. "Eles não chegaram a formalizar o contrato e eu perdi porque disseram que tinha de ser eu a marcar a data da escritura e não o fiz. Na terça-feira quis pagar a dívida, mas impediram-me", explica Orico Santos.
Revoltado com a situação, o empresário assegura ao nosso jornal: "Isto não vai ficar por aqui. Começou em mim e há-de acabar naqueles que estão metidos nas maroscas".
DETALHES
SEIS PESSOAS NA SALA
Na sala do Tribunal da Figueira da Foz onde se procedia à abertura de propostas de venda estavam seis pessoas. Além da juíza, do empresário e do seu advogado, encontrava-se também o filho deste e dois solicitadores.
EXPROPRIAÇÃO
O empresário diz que a sua quinta está também a ser alvo de um processo de expropriação por parte da Câmara da Figueira da Foz para construir um campo de golfe e um parque desportivo. A garantia bancária de 1,2 milhões de euros que exibiu no tribunal foi obtida através de um acordo com a autarquia.
IRMÃO PRESIDE À NAVAL
Orico Santos é irmão de Aprígio Santos, presidente do clube Naval 1.º de Maio. Esteve 40 anos emigrado em França, tendo regressado há dez a Buarcos. Afirma ter a sua vida "toda enterrada na quinta". "Agora, querem-me tirar tudo. Terça-feira foi a gota de água, porque me sinto preso de todos os lados", diz.
In - Correio da manha