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  • Jorge Ferreira vai actuar em Carnide Pombal dia 11 de Agosto 2008

    Para a festa de Santo Elias este ano a grande atracão vai ser o grande  Jorge Ferreira ... como se passou em 2007 e provável que alguém filme este espectáculo para difusão neste site ...

     
     

     

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  • Um restaurante Português em Argenteuil

    Hoje ao meio dia como os restaurantes onde costumo almoçar ao sábado ( 5 estrelas ) ou ( o caçador ) não serviam almoços um por casamento outro por ferias ... tive que procurar outro na região e fui dirigido para o restaurante ............... e qual não foi a surpresa de descobrir no menu ... arroz de cabidela .... feijoada a transmontana .... e bifes para quem não aprecia a boa cozinha Portuguesa .... as entradas e em self service cada qual escolhe o que quer .... eu fui pó arroz de cabidela uma delicia ... foi de rapa o tacho .... sobremesa a escolha ... um vinho correcto ou seja Terras Del Rei .... e café ... quanto paguei ....  11 € nem mais um cêntimo .... quando de habito para um serviço comparável e necessário contar 15 a 20 € .... por isso uma casa destas merece que se fale dela e eu não só vou falar mas também vou voltar mais vezes para provar outros pratos típicos Portugueses .... ....

     

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  • Ruizinho de Penacova e Quim Barreiros

    Ora aqui um bom herdeiro para continuar a obra do  amigo Quim Barreiros ....
     
     
     

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  • Quinta feira do bodo 2008 na cidade de Pombal

     
     
     
     
     
    Blasted Mechanism

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  • CONTACTOS ENTr PATRICIOS que deus os abencoe P. Jose Pontes

    Estimado Portugueses espalhados pelo mundo manifestando a arte
     
    Sou um sacerdote português e grande apreciador e investigador da arte colonial e telúrica.

     

    Cheguei a conhecer muito bem Rosa Ramalho (anos 1962-65) a mais famosa ceramista portuguesa e também valorizada na Europa. Fez-me  muitas peças artesanais de temas religiosos porque naquele entao era seminarista Depois fui estudar na Uni. alemã 9 anos e ainda não voltei a encontrá-las.

    Seu contacto deu frutos em valorizar melhor a arte telúrica e nos 2 museus temáticos, de presépios 105, e 173  (16 paises) de barro, papel maché, madeira, folha de bananeira e de milho, e de pedra, fruto do livro de arte bilíngüe em benefício dos mais miseráveis da sociedade, os indígenas, “Maria Grávida”, ASUNCION - PARAGUAI

    Hoje aqui me sinto bem mas o cônsul não se mexe muito para congregar os 20 portugueses que somos- Conheço 75% de artesãs do barro e sempre estou buscando artesãos que se interessem por ter uma obra na minha coleção. É uma alegria pôr-me em contactos com patrícios Agradecido  PJPontes

    PS em setembro vou estar em Portugal

     

     

    Nta Sra de la O - Portugal 2.jpg
    Anunciacion - Portugal.jpgBusqueda de albergue - Mexico.jpg
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  • TAP - Uma empresa onde muitos gostavam de Trabalhar

    A TAP é uma empresa onde muitos trabalhadores portugueses gostariam de trabalhar, já teve melhores dias, ainda assim é uma empresa apetecível. Enquanto outras empresas de aviação, algumas mais sólidas do que a TAP, a transportadora aérea sobreviveu graças aos contribuintes portugueses.
    Enquanto muitas companhias de aviação fecharam as portas ou recorreram, a despedimentos colectivos, enquanto os funcionários públicos portugueses perderam poder de compra e alguns deles foram para os “disponíveis”, enquanto os contribuintes pagam mais impostos, enquanto muitos portugueses conheceram o desemprego provocado pela mesma crise que afecta a companhia de aviação, a TAP tem sobrevivido.
    Mas isso pouco importa aos trabalhadores da TAP, pouco lhes importa que os resultados das suas greves seja suportada pelos contribuintes, que os seus aumentos salariais sejam pagos pelos contribuintes, que uma boa parte dos seus empregos sejam mantidos graças aos contribuintes, pouco lhes importa que a sua empresa se consiga manter mesmo num ambiente económico mundial adverso e com aumentos brutais dos combustíveis.
    E pouco lhes importa porque sabem que ao contrário das outras companhias de aviação e das empresas privadas a TAP não fecha as portas por maiores prejuízos que tenha de suportar, porque há um tubo que liga o orçamento da TAP às recitas fiscais. Portanto podem ser indiferentes à realidade e defender os seus interesses, sabem que nenhum governo faz aquilo que, muito provavelmente, já deveria ter sido feito há muito tempo, declarar a falência da TAP ou proceder à sua privatização. Tal como sucedeu em muitas empresas que foram privatizadas os seus trabalhadores revolucionários tornar-se-iam cordeirinhos obedientes, zurzindo em silêncio contra a privatização e chorando de saudades de quando a TAP era uma empresa com capitais do Estado.
    Os mesmos que não se cansa de defender as empresas públicas usam-nas para testarem o seu fulgor revolucionário, para fazerem a sua “luta de classes” da treta, é por isso que em Portugal só há greves nas empresas públicas, aquelas onde não há desemprego, os direitos dos trabalhadores são mais respeitados e o ordenado é transferido na hora certa.
    Os trabalhadores da TAP lembram-me os residentes da Qta da Fonte que acamparam que não trabalham, não pagam as rendas das casas, recebem rendimentos mínimos muito superiores ao salário mínimo e têm a casa recheada de electrodomésticos caros, televisões e Playstations nos quartos dos filhos e ainda acham que deve ser o governo a resolver-lhes um “problema” que, afinal, são eles próprios.
    Da mesma forma que, indiferentes à crise geral, os trabalhadores da TAP acham que os seus direitos estão acima da realidade, também os nossos “amigos” da Qta da Fonte julgam-se no direito de ultrapassar os outros cidadãos e ocupar as casas que acabaram de ser construídas. Quer uns, quer outros há muitos que se habituaram a viver do Orçamento de Estado considerando-se como seus clientes prioritários.
    Talvez esteja na hora de explicar aos trabalhadores da TAP que à sua volta há uma crise económica, que o seu país atravessa dificuldades e que o Estado tem enfrentado dificuldades financeiras que têm sido superadas com o sacrifícios de alguns portugueses. E a forma mais pedagógica de explicar isso aos trabalhadores da TAP é declarando a sua falência ou procedendo à sua privatização, porque entre os interesses dos trabalhadores das TAP e o dos portugueses os destes estão primeiro. Depois vão chorar com saudades das conquistas de Abril. Jú Terreiro do Paço

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