Ok

En poursuivant votre navigation sur ce site, vous acceptez l'utilisation de cookies. Ces derniers assurent le bon fonctionnement de nos services. En savoir plus.

  • Animais - Reserva de THOIRY - FRANCE

  • Hipopotamos - Vamos ao Almoço

  • RINOCERONTES - Parque zoologico THOIRY

  • Liões no parque zoologico de THOIRY - France

  • Elefantes no parque de THOIRY - France

  • Maisons Laffitte - Yvelines - Novembro 2006

  • Soure - Fotos da nossa amiga : Cordosol

    Largo da feira - Junto ao Rio e castelo 
    medium_soure-feira.jpg
    Jardim mucipal de Soure 
    medium_soure-parque.jpg
     
    r
    medium_soure-parque1.jpg

    Piscine municipal da vila de Soure 
     
    medium_soure-piscine.jpg
     
     
     
     

  • Savana Africana - Parque Zoologico - 3

  • Reserva Africana - Novembro 2006

  • Um gesto de humanidade nesta epoca de Natal

    Um acidente doméstico, que provocou queimaduras profundas em parte da face, ombro, braço e costas do pequeno Rúben, de três anos, mudou a vida da família, sem recursos financeiros para fazer face ao acréscimo de despesas.

    Esta família de Ovar vive momentos angustiantes para vencer o custo mensal dos tratamentos.

    medium_familia.jpg
      A mãe deixou o emprego para cuidar dos gémeos e o ordenado do pai não chega para as despesas
     
     A camisola especial que o menino tem de vestir para se proteger das queimaduras custa mais de 300 euros e deve ser trocada de dois em dois meses.

    A mãe, Rosa Valente, teve de deixar o emprego para poder acompanhá-lo diariamente à fisioterapia e o salário do marido, António Valente, não chega. “A fisioterapia é suportada pela Segurança Social, mas não temos comparticipação para a camisola”, queixa-se a mãe, que já pediu ajuda ao Centro Hospitalar de Gaia, onde o menino esteve internado durante dois meses e onde continua a ser seguido.

    “Tem sido muito difícil e até já pensámos em vender a mobília, porque não temos mais nada”, desabafa Rosa Valente. A vida desta família foi abalada no dia 5 de Novembro do ano passado. Na inocência dos seus dois anos, Rúben chegou-se à porta do forno para ver o que fazia a mãe.

    O fogão tombou e projectou por cima da criança uma panela de água a ferver. “Foi um momento de horror, não há palavras”, lembra Rosa, recordando o dia que deixou marcas profundas no corpo do menino.

    “Fiz ‘asneilas’ e fiquei com dói-dói”, explica Rúben que, apesar do sofrimento, não perdeu o brilho dos olhos azuis. Com o Natal à porta, Rúben e o irmão gémeo Gonçalo – também ele com uma doença rara, alergia à sacarose, – têm os sonhos naturais das crianças da sua idade e pedem os brinquedos que vêem na televisão.

    “Gostam do carrinho telecomandado do Noddy, mas não lho vamos poder dar”, diz Rosa Valente. “Tudo o que me puderem dar aceito, porque eu preciso de tudo, desde roupa, calçado, cereais, enfim, o que vier é sempre bem-vindo”, apela a mãe. No caso de ajuda financeira, as verbas deverão ser depositadas na conta da família, cujo

    NIB é o seguinte: 0033 0000 0015 4384 0370 5.

     - Para quem quiser fazer um donativo pode fazer a partir de qualquer pais do mundo por viramento bancário

    Correio da Manha 

  • RE: Vida de cão.

     

     

    -----Message d'origine-----
    De : Opinião.do.Cidadão [mailto:portugal@portugalclub.org]
    Envoyé : samedi 25 novembre 2006 17:43
    À : Undisclosed-Recipient:;
    Objet : Vida de cão.

     

    Vida de cão.

    Lisbôa  libera a Droga!... Viva a Democracia

    AÍ ESTÃO ELAS…  Oferta do PSD
    Quem ? – As salas de chuto !

    A Câmara Municipal de Lisboa vota na próxima quarta-feira a criação de instalações próprias onde os toxicodependentes possam fumar ou injectar drogas.

    A proposta vai partir de Sérgio Lipari Pinto do PSD, vereador da Acção Social., e visa a criação das salas de chuto. Segundo afirmou ao Correio da Manhã o vereador social-democrata, “as salas de chuto são um reforço da segurança e da saúde pública, uma vez que a administração de drogas com apoio médico garante uma maior segurança do paciente e da própria comunidade. A câmara pretende com esta medida desmotivar os toxicodependentes – que levarão para a ICAR a substância que irão consumir – de se drogarem na rua”.

    Para Lipari Pinto “as valências hoje existentes, de apoio médico e psicossocial, serão acrescentadas as de apoio alimentar, de higiene, de informação com vista à recuperação e de consumo inalado e injectado.”Segundo informa o vereador, nas salas de chuto “serão reestruturados os dois gabinetes de apoio ao toxicodependente (GAT) já existentes. O Pólo Oriental de Lisboa, na Quinta do Lavrado, em Chelas, e o Pólo Ocidental, no Bairro do Charquinho, em Benfica”.

    Perante a questão colocada pelo CM se, ao Toxicodependente, lhe poder ser apreendida a droga, o vereador foi peremptório na resposta : – “Não, será feita uma concertação com a Polícia. Há enquadramento legal”
    E quanto ao financiamento, o vereador não se coibiu de dizer que “é o mesmo dinheiro que hoje é gasto. Cerca de 2,5 milhões de euros por ano.”

    Bem! Podem drogar-se à vontade que a policia estará lá, se for necessário, para os proteger; haverá médicos para todos e ainda lhes vão servir refeições quentinhas e cafezinho para rebater a ressaca. E tudo isto de borla…
    Ao Zé pagante apenas lhe resta assistir a tudo isto impávido e sereno; a sentir na pele os aumentos das taxas nos Serviços de Saúde ; de ter de esperar meses por uma consulta médica ; a ter de ir de madrugada para as filas dos Serviços de Saúde para poder ter uma consulta ; de ter de pagar mais, e cada vez mais, pelos medicamentos.

    Vida de cão. Fod (se) …
    Manuel Abrantes