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Tony Carreira e os seus plagios ja chegaram a França
Estava esta tarde a ouvir a emissão de humor de Laurent Rouquier com a sua habitual companhia ... quando entrou em cena Serge Liado que faz uma rubrica sobre os mais grandes plagios descobertos ate hoje ... ( lol ) ... imaginem que o nosso Tony Carreira merece a palma de ouro nesse tipo de actividade ... afinal não somos os últimos em tudo ... há que guardar esperança porque há muitos mais sectores que somos melhores que os outros .... aqui fica um extracto dessa emissão que passou esta tarde numa das rádios com mais audiência aqui em Franca .. Europe 1 ...Na foto Serge Liado
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Um Português pede a revisão do seu processo ! A sua filha escreve um livro a dizer que mentiu !! Depois do seu pai ter passado seis anos na prisão em França
Não, Virginia Madeira afirma que nunca foi violada pelo pai, que passou seis anos na prisão! A rapariga conta num livro conta a história de como uma garota teria levado a um escandaloso erro judiciário.
Numa noite de Setembro, em um ambiente aconchegante do terraço de uma cidade no leste da França, uma família ordinária come costoletas de vitela com creme.... O pai, chefe de equipa na construção , está à esquerda a mãe, que era assistente enfermeira .... Na ponta da mesa , o irmão mais pequeno faz rir com as suas brincadeiras ... O filho mais velho, que habita num apartamento social , chega um pouco tarde.... Ele também sorriu, bem como Virgínia, a filha cadete , estudante de ciência cognitiva.. O jantar continua , falando em Portugal, onde os pais são originários. É uma família normal. Ou quase. Estes seres podiam se odiar. Porque sentada à mesa, há uma rapariga que, em 1999, acusou seu pai de ter abusado dela e foi condenado a doze anos de prisão, e lá está o pai, António Madeira, esta agora em liberdade condicional desde Fevereiro passado .
Virgínia Madeira tinha 14 anos quando ela disse uma de suas amigas de classe que o seu pai tinha "abusado" dela, como se diz nas novelas americanas que ela vê regularmente na televisão... Hoje, sete anos mais tarde, ela publicou um livro - uma co-autoria com a jornalista Brigitte Vital-Durand - para gritar publicamente : Eu menti (Stock). Mentira, sua infância dilacerada a partir dos 6 anos de idade pela mão paterna... Mentiras, carícias e estupro, enquanto a mãe trabalhava ou dormia. Mentiras, "declarações" removido de sua boca imatura da directora do colégio, os investigadores e as magistraturas. Mentiras, confirmou as acusações perante o Tribunal veredicto. E seu pai, que vem de passar mais de seis anos de prisão e continua a ser privados de seus direitos civis, ele aguarda que a justiça faça a sua honra. Ainda espantado com o que aconteceu com ele, António Madeira repete e repete novamente: "Minha filha era apenas uma criança. Antes de acreditar crianças, temos de realizar amplas investigações. -
Re: Magalhães não chegam às Escolas de Português no Estrangeiro!!!!
O Governo faz render o peixe da sua oferta de computadoresEm Portugal, o Carnaval e o Natal anteciparam-se, pelo que o Pai Natal tem andado, pelas escolas, a distribuir PCs Magalhães às crianças.
Se antigamente os presentes eram trazidos por um menino Jesus, apoiado pelo esforço escondido da família, que descia enfarruscado pelas chaminés, hoje são-nos trazidos por um Pai Natal polido a expensas do Contribuinte e com o trenó da TV.
Uma das razões, porque não haverá oferta de portáteis para alunos portugueses no Estrangeiro, estará no facto de aqui o Carnaval e o Natal terem datas fixas.
Além disso, as más-línguas explicam que os filhos dos emigrantes, obrigados a sair de Portugal à procura de trabalho, já pertencem à categoria dos felizardos e, para mais, vivem em Países em que já não se acredita no Pai Natal. Pessoas mais ligadas à administração explicam a posição governamental com a impossibilidade técnica da RTP poder fazer a cobertura de tantas acções de distribuição em tão pouco tempo. Gente mais ligada à política explica a discriminação governamental dos emigrantes com o medo do Governo devido aos perigos provenientes do descontentamento migrante com a última medida do governo que os impede de votarem para as eleições por carta. Pessoas mais simples e mais idosas limitam-se a dizer que o Estado português em relação aos emigrantes só conhece a mama.
Margarida Davim, em SOL 17.11.2008, refere que o palco, desta vez, escolhido por
José Sócrates, para entrega de computadores a alunos do 1.º ciclo, foi a Escola do Freixo, em Ponte de Lima. Esta encenação promotora do brilho do PM vai sendo feita a conta-gotas e sempre sob os projectores da televisão para que o povo distraído não esqueça quem é pai. A RTP não mostrará o desengano dos alunos que receberam os PCs para a fotografia, porque Sócrates já não se encontra lá. De facto, depois da encenação televisiva, as crianças tiveram de devolver os portáteis. No dizer do conselho executivo da Escola do Freixo, a distribuição «depende da logística administrativa» e a escola terá de «preencher toda a papelada e os pais que não estiverem abrangidos pelo 1.º escalão da acção social escolar vão ter de fazer o pagamento do computador».
Tudo isto até pareceria uma paródia feita por gente adversa à governação de Sócrates se esta gente não tivesse a experiência do comportamento doutros governos europeus e se a realidade da cena política portuguesa não lhes desse razão. As pessoas de meia-idade ainda se lembram do corta-fitas e de políticos que pareciam não ter mais que fazer senão passear a sua personalidade de inauguração em inauguração, sempre presentes nos ecrãs da RTP. Em Portugal parece confundir-se modernidade e realidade com virtualidade.
Parece termos um Primeiro-ministro para inglês ver! Só que quem vê o teatro português de fora fica enjoado. O pior de tudo é que a malta nem nota. Parece vivermos num país do faz de conta e numa democracia para inglês ver. Temos uma elite política mediana com tiques de rico homem e um povo alheio e sistematicamente alheado. O que os nossos políticos se permitem em Portugal seria ridículo numa Alemanha: Um primeiro-ministro em continua campanha eleitoral, uma ministra da educação autoritária e tão segura da sua fé que, ao ser entrevistada, até faz engasgar a entrevistadora, um governador do Banco de Portugal que se arma em representante da Organização dos Patrões e tem o desplante de culpar os desempregados pelo desemprego por receberem subsídio a mais.
Os nossos políticos conseguem viver bem com meias verdades. Constituem a classe que em nome e à custa do proletário consegue viver melhor em Portugal.
A entrega virtual dos PCs e outras vaidades governamentais ficam mal num PM que poderia ser um bom primeiro-ministro se não fosse o vírus inerente a certas elites portuguesas. Senhor PM, para quem pretende ser sério e quer ser levado a sério, fica-lhe mal tais bizantinices. Fica-lhe mal reservar para si o anúncio das boas notícias e deixar as más para os outros. É verdade que assim o povo é levado mas já não estamos no tempo em que o anunciador da má notícia era morto. Para mais, a oposição é tão fraca que o senhor não precisaria de usar de estratagemas cínicos para a vencer!
Se queremos um país moderno temos todos que mudar de mentalidade e tomá-lo a sério.
António da Cunha Duarte Justo