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RE: A "GUERRA" QUE POR AI VAI...

 

 

-----Message d'origine-----
De : Opinião.do.Cidadão [mailto:portugal@portugalclub.org]
Envoyé : mercredi 22 novembre 2006 15:12
À : Undisclosed-Recipient:;
Objet : A "GUERRA" QUE POR AI VAI...

 

Salário mínimo em Portugal 385 euros

A “GUERRA” QUE POR AI VAI POR UMA SUBIDA DE

 15 EUROS/MÊS NO SALÁRIO MINIMO NACIONAL

Esta é que é a verdade “nua e crua”.

de: Manuel Abrantes

As organizações representativas dos patrões estiveram reunidas com o Governo com vista a uma proposta para aumentar, progressivamente, o salário mínimo para 400 euros até 2007.
Vieira da Silva, ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, disse que “este é um tema difícil e onde, pela primeira vez, o Governo e os parceiros sociais estão a tentar encontrar uma fórmula para o aumento para os próximos anos”. Para o ministro, a 28 de Novembro, será a última reunião de concertação social. “Caso não seja encontrado um acordo com os parceiros, o Governo apresentará a sua proposta unilateral para 2007”, acrescentou.

Atílio Forte, presidente da Confederação do Turismo Português (CTP) diz, em relação a um possível aumento do salário mínimo, que “qualquer aumento que vá para além dos valores que são aceitáveis poderá levar a que as empresas, que pagam mais do que a remuneração mínima garantida, ao serem abrangidas por esse aumento, não tenham capacidade de resposta”. O dirigente dos empresários do turismo acrescenta: “Não subscrevo o valor de 400 euros para o salário mínimo nacional.”

Também a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) reiterou a posição de Atílio Forte ao afirmar que “qualquer valor escolhido deve ter em conta aquilo que a economia do País pode sustentar”. José António Silva, presidente da CCP, considera que “serão as questões políticas que hão-de determinar o valor” do aumento salarial para 2007.
A CCP e a CIP já haviam afirmado ao Correio da Manhã que um aumento muito ambicioso do SMN poderia levar muitas empresas à falência.


Não é consensual, entre os parceiros sociais, a subida do salário mínimo em 15 euros.
Os patrões prevêem falências em catadupa, enquanto que os sindicatos asseguram que as consequências seriam reduzidas
Os argumentos não convencem os sindicatos, que pedem aumentos ainda mais fortes. A UGT reclama 405 euros para 2007 e a CGTP sobe a fasquia para 410, tendo como meta 500 euros em 2010.  A subida do salário mínimo, em 2007, para 15 euros representa um acréscimo de 50 cêntimos dia.    Com este aumento, nem quem ganha o salário mínimo vai sentir alguma melhoria nem os patrões vão sentir qualquer efeito financeiro.
Esta é que é a verdade “nua e crua”.
Maia uma vez, vamos publicar a diferença nos salários mínimos.
Vamos analisar os salários mínimos praticados na Europa pelos países que, normalmente, nos servem de referência quando queremos aumentar impostos ou sobrecarregar o cidadão com taxas:
Salário mínimo em Portugal 385 euros
Luxemburgo (1.503 euros) – Irlanda (1.293 euros) – Reino Unido (1.269 euros) – Bélgica (1.234 euros) – França (1.218 euros) – Grécia (668 euros) – Espanha (631 euros) – Malta ( 580 euros
Manuel Abrantes

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Portugal não precisa de padrinho.

Hoje dei com Durão Barroso a falar da defesa dos interesses de Portugal a propósito de uma qualquer reunião comunitária de cujo tema não me apercebi, e por momentos questionei-me se o ex-primeiro-ministro não estaria a sofrer de um qualquer problema de memória que o levasse a pensar que ainda governava Portugal. À medida que se aproxima o fim do seu mandato e quando a sua credibilidade está em queda na Europa o presidente da Comissão arma-se em provedor dos interesses de Portugal, esquecendo que o cargo o impede de assumir esse papel, ainda que de forma paternalista, e que a defesa dos interesses do país é do Governo legitimamente eleito. Portugal não precisa de padrinho, e muito menos de um padrinho à espanhola.

"o que se come em casa não se diz na rua".

COMPLEXO DE INFERIORIDADE

Se o primeiro-ministro e o Presidente da República vão ao Brasil porque motivo não haveria de lá ir também? E o Marques Mendes fez as malas e foi de viagem para o outro lado do Atlântico, mas isso dar-lhe-ia pouco protagonismo, os portugueses não sentiram a sua falta, umassardinhadas e uns grelhados na companhia de velhos emigrantes não mereceriam a atenção da comunicação social. Marques Mendes precisou de dizer que está vivo e no Brasil, por isso teve que recorrer ao que lhe diziam de Portugal, esquecendo que "o que se come em casa não se diz na rua".

Do P.Club: Gabriel Cipriano? Foi Sardinhas Mesmo? e tú, estás incluido entre os "Velhotes do Rio" ? Conta lá cmo foi!... sei que você Sabe!??? o Rio ati pertence.   Casimiro

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