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  • RE: DIA DE PORTUGAL NA ALEMANHA / CONVITE

     

    ATLANTICOS RECORDS    

          APRESENTA

    Dia de Portugal e das comunidades Portuguesas

    Em Neuss Alemanha  14.Junho.2008  na Eissporthalle ás 13:oo Horas até ás 02:ooHoras da manhä

     

    OS  QUINTA  DO  BILLE

         ANA   MALHOA


    Ana Malhôa
    envoyé par Verdegaio

    MANUELA   BRAVO
    The best of

    1979 Portugal - Manuela Bravo
    envoyé par Galiza

    ATLANTICOS da Alemanha

    X-TEMA DE HAMBURGO  ( banda de Rock )

    BADA DOMINÓ  DE  MAINZ ( banda de Baile )

    Rancho Folclorico " ÉTNOGRAFICO " de Solingen-Alemanha ( Dancas Ribatejanas )

    Rancho Folclorico " Coracäo do Minho " de Hagen - Alemanha ( Dancas Minhotas )

     

    Väo ser convidados dois Ranchos Folcloricos do Luxemburgo , da Belgica , Franca , e Holanda

     

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                                           CONVITE AO SEU RANCHO FOLCLORICO

     Estimados amigos, é com muito prazer que estamos a convidar o vosso Rancho Folclorico, para o Mega Evento em cima referido

    pois tinhamos muito prazer de poder receber o vosso Rancho Folclorico neste evento, caso seja de vosso interesse de partecipar ,

    entre em contacto connosco, atravé do telefone  ou   e-mail  , a sua resposta deve ser até áo dia 27.12.2007  para assim iniciar-mos a promocäo .

    Áo responder deve dar conhecimento dos seguintes pontos.

    1- O nome do Rancho

    2- A regiäo de Portugal que o Rancho Danca

    3- As condicöes  para a vinda áo espectaculo ( € )

    4- Quantos elementos fazem parte do Rancho ( no maximo 25 pessoas, já contado com criancas ) que  teem direito á entrada

    caso o rancho tenha mais que ésta quantidade de elementos,será o restante dos elementos áo cargo da organizacäo do Rancho.

    ________________________________________________________________________________________________________________________

    Näo é premetido trazer comida ou bebida para dentro de  todo o recinto do evento.

    Os precos de bebidas e comidas säo relativamente em conta, dirivado á colaboracäo dos patrocionadores.

    O parque para os Autocarros é guardado , e fica a cerca de 750 metros do local do evento.

    haverá um autocarro que levará, os vezitantes de escurcäo áo local do evento ( Grátis) assim como o regresso

    No recinto do evento haverá para os mais pequenos divertimentos todo o dia

    O preco dos Bilhetes säo de 16,00 €  no própio dia  / Bilhetes comprados antes 11.00 € , pode fazer a sua encomenda dos bilhetes apartir do dia 15.01.2008

     

    O nosso Contacto:

    ATLANTICOS RECORDS

    Luis Filipe Batista

    Bockholt str. 100      41460-Neuss Deutschland

    Tel: 0049 2131 798714  Fax: 0049 2131 798715

    Telemovél: 0049 171 5384740

    E-mail : LFBatista@t-online.de

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  • RE: Salários Mínimos na Europa

     

    Salários Mínimos na Europa

    Igualdade Intolerável

    António Justo

    Actualmente, dos 27 países da União Europeia, há vinte com salário mínimo oficial, determinado pelo Estado ou por convenções tarifárias. A Alemanha e a Suiça revelam grandes desníveis havendo ordenados tarifários de 3-4 Euros.

     

    Consideram-se ordenados imorais quando estes salários correspondem a um quantitativo reduzido de 30% do que paga o Fundo de Desemprego / Social (650 euros + custas de habitação).

     

    A argumentação de que salários mínimos oficiais aumentam o desemprego é falaz. O Luxemburgo embora tenha um salário mínimo de 9 euros por hora, tem uma quota de desempregados no sector dos trabalhadores de salário mínimo muito inferior à da Alemanha. Um salário irrelevante não incita ao trabalho.

     

    Se consultarmos os dados estatísticos actuais da Fundação Hans Böckler verificamos que os salários mínimos oficiais actuais são muito diferentes de país para país. Assim o Luxemburgo tem um salário mínimo de 9,08 Euros por hora, a Irlanda 8,65, a França 8,44, a Inglaterra 8,20, os Países Baixos 8,08, a Bélgica 8,08, a Grécia 3,80, Malta 3,46, a Espanha 3,42, a Eslovénia 3,12, Portugal 2,41, a República Checa 1,76, a Hungria 1,51, a Eslováquia 1,46, a Polónia 1,43 e a Bulgária 53 Cêntimos.

     

    O turbo-capitalismo é que toca a música

    Na Alemanha não há salários mínimos para todos os sectores de trabalho embora o sindicato exija um salário mínimo geral de 8,10 Euros. Há sectores em que o salário é negociado entre patronato e sindicato sendo o salário mínimo só declarado por lei em casos especiais que tem a ver com a concorrência do estrangeiro no país. Assim quando na Alemanha apareciam muitos empreiteiros de obras portugueses, espanhóis, polacos concorrendo com empreiteiros nacionais a Alemanha criou a lei do salário mínimo para este sector. Assim tornou quase impossível a concorrência.

     

    É sintomático o proteccionismo que está subjacente ao salário mínimo determinado pela lei alemã para casos específicos, precisamente para os sectores das obras e dos carteiros dos correios. Deste modo a Alemanha dificultou a concorrência estrangeira, impedindo mesmo a ocupação de firmas estrangeiras nas obras em território alemão (para este caso a concorrência de países com salários muito baixos é impedida em nome da moral). Na Alemanha há muita gente a trabalhar a quatro - cinco euros à hora. Estes não precisam de protecção porque se trata de exploração intra muros.

     

    Agora, a legislação que fixa o salário mínimo para os carteiros entre 8 (para a zona da antiga Alemanha socialista) e 9,80 Euros (para a zona ocidental) vem favorecer o monopolista “Correios Alemães” perante a concorrência de firmas privadas. Os Correios alemães são assim subsidiados indirectamente e preparados para o combate no estrangeiro. (O mesmo tem feito Portugal dando oportunidade às grandes empresas para a exploração da energia foto-voltaica, não a disponibilizando ao cidadão normal!).

     

    Também isto é Europa: medidas proteccionistas e determinação de salários mínimos em caso de concorrência estrangeira. Na defesa do egoísmo nacional todas as forças da nação se tornam solidárias. Os tempos correm bem para os monopolistas. Cada um, à sombra de leis elásticas, procura puxar a brasa à sua sardinha. Na política a esperteza ultrapassa a inteligência. Às vezes, a pobreza dos países marginais traz vantagens: poupa as funções cerebrais! O problema torna-se apenas estatístico…

     

    Quando o Estado interfere no mercado de trabalho e determina ordenados mais elevados aumenta o desemprego, diz o patronato e os liberais. Naturalmente que o patronato não está interessado em salários mínimos porque sabe que salários de miséria são complementados pela assistência social do Estado, dando-se assim um subsídio indirecto às firmas.

     

    O turbo-capitalismo tem como aliado os estados que actuam contra a camada social média e favorece salários de miséria, para a plebe, que não chegam para a sobrevivência. Com salários que não chegam para a sobrevivência a Alemanha consegue ter mais gente empregada e tornar as estatísticas a nível europeu mais jeitosas. Todos os países europeus têm um medo das estatísticas que se pelam. Isso os parece mover, não a situação dum povo, cada vez mais pobre. O sistema social europeu cada vez tem menos a ver com a responsabilidade social para o indivíduo isolado. A estratégia parece ser, nivelar a pobreza europeia com a pobreza do terceiro mundo e assim evitar concorrência nos andares superiores da sociedade mundial.

     

    O salário mínimo tem que permitir a uma pessoa garantir um rendimento que assegure, pelo menos, o mínimo para a existência. Na Inglaterra a economia floresce apesar de salário mínimo elevado em contrapartida na Inglaterra pode-se despedir sem dificuldade os empregados. 

     

    Na Europa o egoísmo atinge níveis insuportáveis: cada um vive para si sem se preocupar com o que acontece ao lado. Que sociedade é esta em que um gestor tem um vencimento com que se poderiam alimentar 2.000 famílias com cinco ou seis membros?

     

    A igualdade torna-se intolerável se uns se assenhoreiam descaradamente das fontes da riqueza e da reputação enquanto que os outros ficam a ver navios ou a chupar no dedo. Política e economia agem contra a coesão e a cultura social. Não se pode justificar uma sociedade de ricos insaciáveis à custa do alargamento da pobreza e do enfraquecimento da classe média.

     

    O turbo-capitalismo é que toca a música e tudo dança ao seu ritmo. A Europa já foi Europa e o seu futuro parece já ter sido atingido no seu passado.   António da Cunha Duarte Justo

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